Digitando no google ” yorkshire micro” vamos encontrar centenas de anúncios como estes:
Lindíssimos filhotes de yorkshire micro ( e anuncia que o pai pesa 1200g e a mãe, 1800g)
Filhotes Micro de Yorkshire
Lindíssimas fêmeas de yorkshire micro- linhagem de campeão
Fotos de filhotes de yorkshire micro ( com reserva online!!!)
Com tantos anúncios como esse, a gente quase acredita que existe yorkshire “micro” e “padrão”. ISSO NÃO É VERDADE ! A palavra micro ou mini é usada para descrever um cachorro muito pequeno, geralmente abaixo do peso padrão estabelecido , que é de 1,8kg a 3,2kg.
FUJA MUITO de um criador que se diz especializado em yorkshire micro ou mini. Esse é o primeiro sinal de que ele não está sendo honesto, afinal, esta raça NÃO existe.
Muitos filhotes ” micro” são na verdade prematuros. A maioria das fêmeas são colocadas para cruzar entre o nono e o décimo quinto dia de seu período fértil. Os óvulos podem ser fertilizados até 72 horas após a cruza. No entanto é possível ter filhotes concebidos até 1 semana após a primeira “concepção” . Quando os filhotes concebidos antes estiverem prontos para nascer, os outros filhotes também nascerão - prematuros.
http://migre.me/10VcK
Um cão com peso inferior a 1,8 kg tem ossos muito frágeis, que podem se quebrar se ele pular do sofá , cair da cama ou ainda ser pisoteado.Esses pequenos provavelmente terão problemas genéticos e congênitos. Nos filhotes muito pequenos há maiores chances de fechamento tardio da moleira, hipoglicemia, problemas cardíacos, colapso de traquéia, luxação da patela, convulsões, hidrocefalia, problemas digestivos e cegueira, entre outros .
Yorkshire micro é uma denominação criada por cachorreiros inescrupulosos que querem aumentar ainda mais o valor de seus filhotes. Sim, quanto menor o cão, mais caro ele custa, pois são cachorreiros baseando preço em tamanho e não em qualidade. Alguns yorkies chegam a custar de mil a dez mil dólares , e muitas vezes tem uma vida muito curta, marcada por doenças e sofrimento causado pelas crias entre pais e filhos e entre cães muito pequenos, sem nenhum critério . ISTO É VERGONHOSO. Quem anuncia isso na cara dura deveria ser preso , é propaganda enganosa, mentira descarada, falta de vergonha na cara ! Estão cruzando filhotes de 1kg e 1,5kg , sendo que nunca se deve cruzar um yorkie com menos de 2,3kg .
Lembre-se que um filhote com 12 semanas pesando 900g ou mais irá dobrar de peso quando adulto na maioria dos casos( às vezes até mais) . Se tiver 8 semanas, faça as contas triplicando o peso . Se tiver dúvidas peça ao criador que pese o filhote na sua frente . Se ele achar ruim ou se sentir ofendido , reconsidere a idéia de comprar desta pessoa. Não permita que continuem criando cães para sofrer!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
yorkshire terrier
Nome original Yorkshire Terrier
País de origem Inglaterra
Características
Peso 2,5 - 3,5 kg
Altura 23 - 24 cm
Pelo médio a longo, fino e liso
Cor azul-aço e amarelo tostado; há variantes
Tamanho da ninhada 2 - 5 filhotes
Expectativa de vida 12 - 15 anos
Classificação e padrões
FCI Grupo: 3
Seção: 4 - Terriers - de companhia
Estalão: #86 - 29 de outubro de 2003
Cão (Canis lupus familiaris)
Yorkshire terrier[Nota], também chamada york e yorkie, é uma raça canina de pequeno porte do grupo dos terriers. De acordo com a Federação Cinológica Internacional, é a raça de padrão 86, inserida no grupo 3, pertencente à seção 4. Inicialmente criada para ser rateira, seus criadores perceberam de cedo o potencial para uma bem sucedida raça de companhia. Após cruzamentos específicos, o padrão de tamanho, beleza e comportamento foi atingido, o que o tornou um animal popular em poucos anos.
Seu físico é descrito como diminuto e proporcional, de pelagem macia, lisa e comprida, o que lembra o cabelo humano. Sua coloração é difícil de ser obtida, o que o torna ainda mais interessante. Sua personalidade, descrita por alguns como grande para seu tamanho, é classificada como destemida, carinhosa, afetuosa, versátil e independente, o que atraiu a atenção dos lares do mundo inteiro, fazendo do yorkshire o cão miniatura mais popular de todos. Inteligente, é também o número um no grupo dos terriers em lista elaborada, que divide a inteligência canina em ranking.
A busca pelo animal perfeito gerou problemas específicos para a saúde dos exemplares modernos, bem como características psicológicas negativas e termos inexistentes, que prejudicam o bom desenvolvimento de certos indivíduos, além dos problemas de saúde comuns a todos os caninos.
Presente na cultura humana desde o seu surgimento como raça canina, foi o cão favorito na Inglaterra, o primeiro campeão nos Estados Unidos em exibição de raças, o preferido no Brasil por dez anos seguidos e o terceiro cão mais popular em Portugal. O menor de todos os terriers tem como destacados exemplares um campeão de pistas e um soldado da Segunda Guerra Mundial.
Origem e evolução
O surgimento do yorkshire terrier está atrelado a fatos históricos ocorridos na Grã-Bretanha, mais precisamente na região que deu nome a raça no nordeste da Inglaterra, antes do reconhecimento oficial do animal.1 No fim do século XI, os servos adquiriram a permissão de criarem cães, porém seu tamanho não deveria ultrapassar o de um aro metálico de sete polegadas de diâmetro. Esta, acredita-se, pode ter sido a causa do início dos cruzamentos artificiais que deram origem às raças posteriormente chamadas de terriers. Na época, o cão que passasse sem problemas por esse aro era considerado pequeno o suficiente para não caçar, já que a classe servil, à qual pertenciam seus donos, não tinha o direito à caça nos domínios senhoriais.2
Até o século XVIII a maioria dos britânicos trabalhava na agricultura mas, com o advento da revolução industrial, muitas famílias deixaram a Escócia, levando consigo os seus cães e instalando-se no Condado de Yorkshire, na Inglaterra, onde pequenas comunidades se desenvolveram ao redor das minas de carvão, dos moinhos têxteis e das indústrias de lã.2 Mais diretamente ligado ao surgimento dos yorkshires, dita uma raça relativamente recente, estão os cruzamentos entre vários cães de pequeno porte já conhecidos na época. Esses cães, assim como seus donos, concentraram-se nas proximidades dos centros de trabalho. De todas as teorias conhecidas, a mais aceita fala de cruzamentos espontâneos entre black and tan, skye terrier, dandie dinmont e até mesmo maltês, raças tradicionalmente conhecidas como caçadoras em tocas e que estavam presentes nas regiões de Manchester e Leeds, onde se desenhava um novo cenário de crescimento urbano.3
Nessas comunidades, com destaque para aquelas constituídas pelos operários de West Riding, estes cães passaram a ser vistos não apenas como animais de companhia em casa e nas minas de carvão, mas como úteis rateiros na caça aos roedores que se escondiam por baixo dos terrenos das casas, e nas competições de bar, nas quais estes caninos disputavam o posto de maior matador de ratos, sendo objeto de apostas, para posteriormente serem vendidos como valiosas peças.3 Bem sucedido como companheiro e caçador, o cão chamou a atenção de criadores que, entusiasmados, iniciaram um novo processo seletivo na busca de um melhoramento do padrão e das características de beleza e habilidade como rateiro. Estes processos iniciais, acredita-se, foram os que geraram o primeiro cão projetado e produzido com sucesso, cujo comportamento deveria ser corajoso, o tamanho diminuto e a aparência bela.4 Fisicamente estes cães acabaram por pesar entre 5 e 7 kg e tinham o pelo macio e rajado, como ainda pode ser visto na raça moderna.
A criação da específica raça é creditada ao cavalheiro inglês Peter Eden, um notável criador da época e respeitado juiz de competições oficiais. De sua posse faziam parte exemplares de pelagem longa e acetinada, azul e fulva, bem como o ancestral de um dos mais conhecidos yorkshires de exposição da época, além de ter-lhe sido atribuído o primeiro registro de um yorkshire no Livro de Criação, sob o nome "terrier escocês de pelo curto e yorkshire".4 No século seguinte ao início das migrações para as cidades, por volta do ano de 1861, o yorkshire foi pela primeira vez apresentado publicamente na Inglaterra, em Birmingham, quando desfilou como variedade especial de uma outra raça. Alguns anos mais tarde apareceu em sua primeira exposição canina e foi reconhecido como raça pelo American Kennel Club,5 e inserido no Britsh Kennel Club sob o nome de yorkshire terrier, cujo primeiro padrão previa dois grupos distintos: um para os exemplares de até 2,3 kg, preferidos para companhia, e outro para os de até 6 kg, prediletos para a caça aos roedores. Em 1898 foi criado o primeiro clube dedicado exclusivamente à raça.6
No fim da Era vitoriana a raça atingiu prestígio quando um exemplar foi escolhido pela rainha Vitória como seu cão de estimação, comportamento logo imitado pelas senhoras aristocratas e da alta burguesia, que passam a eleger os yorkshire terriers como companhia, ornamentando seus animais de acordo com o modelo da roupa que usavam no dia. A partir de então aquele caçador eficiente tornou-se em definitivo um cão de companhia de luxo, como se vê contemporaneamente ao lado de celebridades. Foi por seu tamanho diminuto - ele é o menor de todos os terriers7 - e aparente fragilidade que o yorkshire, quase sempre chamado apenas de york, manteve sua popularidade no mundo, sendo frequentemente escolhido por pessoas que moram em casas pequenas ou apartamentos para serem suas companhias. Graças a sua personalidade, entretanto, também é animal preferido por donos que ocupam grandes mansões, não se limitando aos que habitam espaços reduzidos .6
O yorkshire terrier, como ficou conhecido a partir do final do século XIX, difundiu-se por todo o mundo. Em 1932 apenas trezentos foram registrados no Kennel Clube Britânico, ao passo que em 1957 este número subiu para 2 313 e, em 1970, chegou a ser a raça mais popular da Inglaterra. Na década de 1990 o número de exemplares nos lares atingiu o ápice, chegando a 25 665. Contudo esse número reduziu-se a aproximadamente a metade em apenas quatro anos.2 No ano de 2009 foi eleita uma das dez raças mais populares do mundo em pesquisa que ressaltava seu temperamento corajoso, seu companheirismo e o seu tamanho, próprios para companhia, sem restrição de idade.8
Etimologia e significado
A nomenclatura desta raça passou por variações desde o seu reconhecido surgimento até aparecer oficialmente em um clube específico, no ano de 1898. No começo, foi chamado de "terrier escocês", devido a origem dos terriers em geral e ao êxodo dos escoceses para as cidades inglesas. Mais tarde, deixou de se chamar "terrier escocês de pelo curto e yorkshire", para passar a chamar-se "terrier escocês anão de pelo longo". Afinal, por volta de 1870, recebeu o nome atual, que se refere à região onde se iniciaram os cruzamentos que dariam origem à raça.3 6
De acordo com o dicionário de língua portuguesa, yorkshire terrier é classificado como "raça de cães de companhia muito pequenos, de pelo comprido e sedoso.", ao passo que terrier restringe um pouco mais o significado do york: "nome comum a vários cães, comummente pequenos e baixos, outrora usados na caça de animais de pelo pequenos, mas hoje mantidos principalmente como animais caseiros de estimação.".9 10
Características
Entre todas as características físicas que os yorkshires possam apresentar, a destacada é a sua proximidade interna com seu ancestral e com todos os demais caninos, que inclui suas estruturas óssea e muscular, semelhantes às dos gigantes cão de terra-nova e são bernardo.
Anatomia geral e estrutura externa
Como cão, o york é um animal quadrúpede e digitígrado, o que lhe assegura agilidade e precisão de movimentos para locomoção. É um mamífero doméstico bastante popular e pode chegar a viver em média doze anos, podendo chegar a passar os quinze.13
Com base na classificação geral dos cães, estes pequenos animais estão incluídos na subcategoria pequena, para cães com menos de 10 kg e na subcategoria mediolíneos, para caninos que apresentam estruturas físicas equilibradas, ou seja, nem muito longos, nem muito robustos.13 O peso deste animal varia entre os 2,3 e os 3,5 kg, embora existam erroneamente as designações micro ou zero, para exemplares ainda menores, de 1,3 kg. A altura de sua cernelha também é variável, entre os 15 e os 17,5 cm. Considerado um animal toy (pequeno ou miniatura), tem a sua cabeça proporcional e reta no topo. Seu nariz é preto bem como seus proporcionais olhos. Suas orelhas são eretas em V e suas quatro patas são voltadas para a frente. Sua cauda é parcialmente cortada para fins estéticos, embora esta prática seja ilegal em certos países europeus.14
Sua pelagem é considerada muito fina, lisa e longa, chegando a atingir os 37 cm, e cresce de forma permanente, dividida por uma risca em seu dorso. Sua textura é descrita como similar ao cabelo humano, sem a presença do sub-pelo, comum em raças que habitam zonas frias, sempre brilhante e macia.15 A distribuição de suas cores e tonalidades é algo valorizado desde o primeiro padrão estabelecido. Por definição, este cão deve apresentar as cores azul-aço e o fulvo. O azul-aço é considerado um cinza brilhante, quase preto, o que dá a impressão de azul, enquanto o fulvo é classificado como um amarelo tostado, quase caramelo. A tonalidade do azul-aço é difícil de ser atingida pela maioria dos criadores, que obtêm preto e até mesmo prateado. Embora os pelos fulvos variem em tonalidade, para caracterizar um yorkshire, não se misturam com os em azul-aço.16 Apesar de existir uma padronização para os exemplares de competição, que envolvem a precisão das cores, da textura e do comprimento da pelagem, os cães de companhia apresentam variações mais curtas e convenientes para seu conforto e de seu dono.
Os sentidos
Membro da família dos canídeos, estes animais compartilham os sentidos como características físicas, com as raposas e os coiotes, por exemplo. Ainda que seja fruto de seleções artificiais reconhecidamente recentes, os yorkshires fazem parte de uma família de predadores, detentores de sentidos apurados, que não se perderam após seletivos cruzamentos. Seus sentidos sensoriais são cinco - olfato, visão, audição, paladar e tato - descritos como:21 22 23
O olfato é um dos principais sentidos do yorkshire. Sua sensibilidade advém de ramificações dos nervos olfativos na cavidade nasal e é 32 vezes maior que a de um ser humano, embora seja considerada bastante inferior que a de um beagle, dito um dos melhores farejadores entre os cães.15 24 Como característica mais importante deste sentido está a identificação individual, que funciona para o yorkie como impressões digitais, já que cada animal possui um grande número de fendas nasais permanentes, que capturam cada cheiro individualmente. Sua audição é outro sentido bem desenvolvido, capaz de ouvir sons de alta frequência e baixo volume. Suas orelhas, artificialmente eretas, são direcionáveis, o que facilita a localização do som. Sua sensibilidade auditiva o permite ainda discernir palavras.
Sua visão é também apurada, além de possuir boa visão noturna. Seu campo de visão é menor que a de um pug, que tem olhos bem periféricos, embora ainda assim seja amplo. Sua visão é descrita como bicromática - distinguem bem apenas o amarelo e o azul - somada ao branco e preto.25 Apesar de conseguirem captar movimentos com maior facilidade, não possuem desenvolvida capacidade de foco. É ainda através da visão, que muitos cães demonstram traços comportamentais. Além de doenças comuns, algo capaz de prejudicar este sentido é a sua longa franja.26 O tato é classificado como pouco desenvolvido, sendo fundamental para a relação afetiva. Já o paladar, outro sentido pouco desenvolvido, justifica a capacidade canina de consumir diariamente sempre o mesmo alimento.
Reprodução e filhotes
O sistema reprodutor do cão é semelhante ao do ser humano, salvo certas particularidades. No yorkshire, a gravidez dá-se por sessenta dias, embora alguns especialistas especifiquem 63. Por ser um animal pequeno a yorkshire dá à luz um número reduzido de filhotes, habitualmente dois ou três, ou raramente quatro. A fêmea ainda requer cuidados alimentares, de nutrientes ricos em vitaminas, proteínas e cálcio.27
Por ser um animal de companhia, a reprodução do york é, em geral, assistida, devido ainda ao fato de ser uma raça criada para fins financeiros ou manipulação do pedigree. Seus cruzamentos são controlados e por vezes recorre-se a inseminações artificiais. Nos cruzamentos naturais, o processo é iniciado na fase do cio da fêmea, que dura em média de quinze a vinte dias, cujo ápice da fertilidade é atingido entre os 8º e 11º dias, fase em que os criadores escolhem os machos mais aptos. Como nas demais raças, as yorkshires nascem com um número definido de óvulos, ao passo que os machos permanecem férteis até a idade sênior.6
Nascido o filhote, este requer cuidados diferentes. Por ser diminuto, é desaconselhada a sua separação da mãe antes das dez semanas de vida, já que sua fragilidade é aparente e o cachorro pode contrair doenças. Seu sistema imunológico não está totalmente desenvolvido e o cachorro depende dos anticorpos da mãe. Contudo, no período compreendido entre a quarta e a 12ª semanas, o filhote apresenta-se desprotegido, situação esta que os veterinários chamam de "janela imunológica".15 Os pequenos nascem totalmente pretos, com pequenas marcas em marrom, adquirindo sua pelagem definitiva e definida apenas aos dezoito meses. Devido a essa completa transformação, há registros de criadores inexperientes que sacrificaram ninhadas inteiras por acharem serem seus filhotes, mestiços.28
Em cães de companhia, a esterilização e a castração variam de criador e dono, dependendo dos objetivos. Em geral, estes processos são considerados por alguns donos devido aos benefícios vistos por eles. Por exemplo, de acordo com estudos, os machos castrados tendem a ser mais passivos e não necessitam marcar tanto os territórios; já as fêmeas parecem viver dezoito meses a mais que as não-castradas.29 Todavia, os procedimentos em si consistem na remoção dos órgãos reprodutores: nas fêmeas, retiram-se o útero e os ovários; e nos machos, retiram-se os testículos.19 30
Envelhecimento, comunicação e locomoção
Este canino vive uma média variável entre doze e quinze anos, o que, se comparado a cães maiores, é mais longa. Contudo, o processo de envelhecimento é ainda objeto de estudos e uma nova teoria foi elaborada para tentar explicar as variações. Como cão de porte pequeno, o resultado obtido para o yorkshire foi a soma dos cinco primeiros anos caninos para um ano humano. A partir deste ponto, são então contados quatro anos de um cão pequeno para um vivido pelo homem, ao passo que os cães maiores, de maturidade mais lenta, tendem a envelhecer mais rapidamente.31 Isso ocorre devido às diferentes fases de maturidade do cão. Enquanto um yorkshire atinge seu peso máximo em geral aos quatro meses de idade, um são-bernardo necessita de, no mínimo, dezoito meses para chegar aos 60 kg, e suas exigências alimentares para o crescimento saudável são enormes.32 Com base nessas afirmações, pode-se dizer que um york nascido no mesmo dia e ano que um homem tenha, cinco anos humanos mais tarde, 21.
Yorkshires de idade avançada tendem a sofrer com doenças, dores e alterações comportamentais. Por essa razão, é importante dar atenção às mudanças da idade para suprir as novas necessidades.33 Entre os principais males que podem acometer os idosos yorkshires estão o nervosismo,17 a ceratoconjuntivite seca e os problemas ósseos, além de doenças e problemas comuns às demais raças, como o mal de Alzheimer e a depressão, a perda de tonicidade cardíaca e da flexibilidade articular.15 Fora isso, a visão e a audição prejudicadas, a quietude e o esbranquiçamentos da pelagem são fatores do envelhecimento descritos como normais.33
Ao contrário do basenji, que se comunica essencialmente através de uivos,34 os yorks, como cães de temperamento excitado e ativo, preferem os latidos como meio principal de comunicação com o ser humano e com outros caninos.17 Ademais, usam também da linguagem corporal para expressarem medo, ansiedade, interesse, alegria e outras emoções, e para se socializarem, já que são animais gregários.35 36 Por terem o gosto pelos latidos, o yorkshire pode passar por medidas corretivas, vistas pelo ser humano como soluções. Entre as medidas mais comuns estão o uso de coleiras antilatidos e os jatos de citronela no focinho.37
Sua locomoção dá-se graças a seus sistemas ósseo, articular e muscular. Quadrúpedes, os yorkshires usam de suas duas alturas para andar. Seu sistema neuro-muscular exerce as funções de contração e relaxamento, graças a ligação ao sistema nervoso e as articulações.38 Em suas patas, os coxins são parte da pele, a única com glândulas sudoríparas, o que ajuda a mantê-las flexíveis para tornar o andar mais preciso, devido à sua capacidade de aderência e adaptação. Os coxins são também pouco sensíveis, facilitando quando em situações rigorosas.39 A locomoção do canino recebe um nome diferenciado, chamado andadura, que constitui o ritmo e o modo de andar do animal. Nos yorks, que possuem suas patas viradas para frente, a andadura comum é a fácil.40
País de origem Inglaterra
Características
Peso 2,5 - 3,5 kg
Altura 23 - 24 cm
Pelo médio a longo, fino e liso
Cor azul-aço e amarelo tostado; há variantes
Tamanho da ninhada 2 - 5 filhotes
Expectativa de vida 12 - 15 anos
Classificação e padrões
FCI Grupo: 3
Seção: 4 - Terriers - de companhia
Estalão: #86 - 29 de outubro de 2003
Cão (Canis lupus familiaris)
Yorkshire terrier[Nota], também chamada york e yorkie, é uma raça canina de pequeno porte do grupo dos terriers. De acordo com a Federação Cinológica Internacional, é a raça de padrão 86, inserida no grupo 3, pertencente à seção 4. Inicialmente criada para ser rateira, seus criadores perceberam de cedo o potencial para uma bem sucedida raça de companhia. Após cruzamentos específicos, o padrão de tamanho, beleza e comportamento foi atingido, o que o tornou um animal popular em poucos anos.
Seu físico é descrito como diminuto e proporcional, de pelagem macia, lisa e comprida, o que lembra o cabelo humano. Sua coloração é difícil de ser obtida, o que o torna ainda mais interessante. Sua personalidade, descrita por alguns como grande para seu tamanho, é classificada como destemida, carinhosa, afetuosa, versátil e independente, o que atraiu a atenção dos lares do mundo inteiro, fazendo do yorkshire o cão miniatura mais popular de todos. Inteligente, é também o número um no grupo dos terriers em lista elaborada, que divide a inteligência canina em ranking.
A busca pelo animal perfeito gerou problemas específicos para a saúde dos exemplares modernos, bem como características psicológicas negativas e termos inexistentes, que prejudicam o bom desenvolvimento de certos indivíduos, além dos problemas de saúde comuns a todos os caninos.
Presente na cultura humana desde o seu surgimento como raça canina, foi o cão favorito na Inglaterra, o primeiro campeão nos Estados Unidos em exibição de raças, o preferido no Brasil por dez anos seguidos e o terceiro cão mais popular em Portugal. O menor de todos os terriers tem como destacados exemplares um campeão de pistas e um soldado da Segunda Guerra Mundial.
Origem e evolução
O surgimento do yorkshire terrier está atrelado a fatos históricos ocorridos na Grã-Bretanha, mais precisamente na região que deu nome a raça no nordeste da Inglaterra, antes do reconhecimento oficial do animal.1 No fim do século XI, os servos adquiriram a permissão de criarem cães, porém seu tamanho não deveria ultrapassar o de um aro metálico de sete polegadas de diâmetro. Esta, acredita-se, pode ter sido a causa do início dos cruzamentos artificiais que deram origem às raças posteriormente chamadas de terriers. Na época, o cão que passasse sem problemas por esse aro era considerado pequeno o suficiente para não caçar, já que a classe servil, à qual pertenciam seus donos, não tinha o direito à caça nos domínios senhoriais.2
Até o século XVIII a maioria dos britânicos trabalhava na agricultura mas, com o advento da revolução industrial, muitas famílias deixaram a Escócia, levando consigo os seus cães e instalando-se no Condado de Yorkshire, na Inglaterra, onde pequenas comunidades se desenvolveram ao redor das minas de carvão, dos moinhos têxteis e das indústrias de lã.2 Mais diretamente ligado ao surgimento dos yorkshires, dita uma raça relativamente recente, estão os cruzamentos entre vários cães de pequeno porte já conhecidos na época. Esses cães, assim como seus donos, concentraram-se nas proximidades dos centros de trabalho. De todas as teorias conhecidas, a mais aceita fala de cruzamentos espontâneos entre black and tan, skye terrier, dandie dinmont e até mesmo maltês, raças tradicionalmente conhecidas como caçadoras em tocas e que estavam presentes nas regiões de Manchester e Leeds, onde se desenhava um novo cenário de crescimento urbano.3
Nessas comunidades, com destaque para aquelas constituídas pelos operários de West Riding, estes cães passaram a ser vistos não apenas como animais de companhia em casa e nas minas de carvão, mas como úteis rateiros na caça aos roedores que se escondiam por baixo dos terrenos das casas, e nas competições de bar, nas quais estes caninos disputavam o posto de maior matador de ratos, sendo objeto de apostas, para posteriormente serem vendidos como valiosas peças.3 Bem sucedido como companheiro e caçador, o cão chamou a atenção de criadores que, entusiasmados, iniciaram um novo processo seletivo na busca de um melhoramento do padrão e das características de beleza e habilidade como rateiro. Estes processos iniciais, acredita-se, foram os que geraram o primeiro cão projetado e produzido com sucesso, cujo comportamento deveria ser corajoso, o tamanho diminuto e a aparência bela.4 Fisicamente estes cães acabaram por pesar entre 5 e 7 kg e tinham o pelo macio e rajado, como ainda pode ser visto na raça moderna.
A criação da específica raça é creditada ao cavalheiro inglês Peter Eden, um notável criador da época e respeitado juiz de competições oficiais. De sua posse faziam parte exemplares de pelagem longa e acetinada, azul e fulva, bem como o ancestral de um dos mais conhecidos yorkshires de exposição da época, além de ter-lhe sido atribuído o primeiro registro de um yorkshire no Livro de Criação, sob o nome "terrier escocês de pelo curto e yorkshire".4 No século seguinte ao início das migrações para as cidades, por volta do ano de 1861, o yorkshire foi pela primeira vez apresentado publicamente na Inglaterra, em Birmingham, quando desfilou como variedade especial de uma outra raça. Alguns anos mais tarde apareceu em sua primeira exposição canina e foi reconhecido como raça pelo American Kennel Club,5 e inserido no Britsh Kennel Club sob o nome de yorkshire terrier, cujo primeiro padrão previa dois grupos distintos: um para os exemplares de até 2,3 kg, preferidos para companhia, e outro para os de até 6 kg, prediletos para a caça aos roedores. Em 1898 foi criado o primeiro clube dedicado exclusivamente à raça.6
No fim da Era vitoriana a raça atingiu prestígio quando um exemplar foi escolhido pela rainha Vitória como seu cão de estimação, comportamento logo imitado pelas senhoras aristocratas e da alta burguesia, que passam a eleger os yorkshire terriers como companhia, ornamentando seus animais de acordo com o modelo da roupa que usavam no dia. A partir de então aquele caçador eficiente tornou-se em definitivo um cão de companhia de luxo, como se vê contemporaneamente ao lado de celebridades. Foi por seu tamanho diminuto - ele é o menor de todos os terriers7 - e aparente fragilidade que o yorkshire, quase sempre chamado apenas de york, manteve sua popularidade no mundo, sendo frequentemente escolhido por pessoas que moram em casas pequenas ou apartamentos para serem suas companhias. Graças a sua personalidade, entretanto, também é animal preferido por donos que ocupam grandes mansões, não se limitando aos que habitam espaços reduzidos .6
O yorkshire terrier, como ficou conhecido a partir do final do século XIX, difundiu-se por todo o mundo. Em 1932 apenas trezentos foram registrados no Kennel Clube Britânico, ao passo que em 1957 este número subiu para 2 313 e, em 1970, chegou a ser a raça mais popular da Inglaterra. Na década de 1990 o número de exemplares nos lares atingiu o ápice, chegando a 25 665. Contudo esse número reduziu-se a aproximadamente a metade em apenas quatro anos.2 No ano de 2009 foi eleita uma das dez raças mais populares do mundo em pesquisa que ressaltava seu temperamento corajoso, seu companheirismo e o seu tamanho, próprios para companhia, sem restrição de idade.8
Etimologia e significado
A nomenclatura desta raça passou por variações desde o seu reconhecido surgimento até aparecer oficialmente em um clube específico, no ano de 1898. No começo, foi chamado de "terrier escocês", devido a origem dos terriers em geral e ao êxodo dos escoceses para as cidades inglesas. Mais tarde, deixou de se chamar "terrier escocês de pelo curto e yorkshire", para passar a chamar-se "terrier escocês anão de pelo longo". Afinal, por volta de 1870, recebeu o nome atual, que se refere à região onde se iniciaram os cruzamentos que dariam origem à raça.3 6
De acordo com o dicionário de língua portuguesa, yorkshire terrier é classificado como "raça de cães de companhia muito pequenos, de pelo comprido e sedoso.", ao passo que terrier restringe um pouco mais o significado do york: "nome comum a vários cães, comummente pequenos e baixos, outrora usados na caça de animais de pelo pequenos, mas hoje mantidos principalmente como animais caseiros de estimação.".9 10
Características
Entre todas as características físicas que os yorkshires possam apresentar, a destacada é a sua proximidade interna com seu ancestral e com todos os demais caninos, que inclui suas estruturas óssea e muscular, semelhantes às dos gigantes cão de terra-nova e são bernardo.
Anatomia geral e estrutura externa
Como cão, o york é um animal quadrúpede e digitígrado, o que lhe assegura agilidade e precisão de movimentos para locomoção. É um mamífero doméstico bastante popular e pode chegar a viver em média doze anos, podendo chegar a passar os quinze.13
Com base na classificação geral dos cães, estes pequenos animais estão incluídos na subcategoria pequena, para cães com menos de 10 kg e na subcategoria mediolíneos, para caninos que apresentam estruturas físicas equilibradas, ou seja, nem muito longos, nem muito robustos.13 O peso deste animal varia entre os 2,3 e os 3,5 kg, embora existam erroneamente as designações micro ou zero, para exemplares ainda menores, de 1,3 kg. A altura de sua cernelha também é variável, entre os 15 e os 17,5 cm. Considerado um animal toy (pequeno ou miniatura), tem a sua cabeça proporcional e reta no topo. Seu nariz é preto bem como seus proporcionais olhos. Suas orelhas são eretas em V e suas quatro patas são voltadas para a frente. Sua cauda é parcialmente cortada para fins estéticos, embora esta prática seja ilegal em certos países europeus.14
Sua pelagem é considerada muito fina, lisa e longa, chegando a atingir os 37 cm, e cresce de forma permanente, dividida por uma risca em seu dorso. Sua textura é descrita como similar ao cabelo humano, sem a presença do sub-pelo, comum em raças que habitam zonas frias, sempre brilhante e macia.15 A distribuição de suas cores e tonalidades é algo valorizado desde o primeiro padrão estabelecido. Por definição, este cão deve apresentar as cores azul-aço e o fulvo. O azul-aço é considerado um cinza brilhante, quase preto, o que dá a impressão de azul, enquanto o fulvo é classificado como um amarelo tostado, quase caramelo. A tonalidade do azul-aço é difícil de ser atingida pela maioria dos criadores, que obtêm preto e até mesmo prateado. Embora os pelos fulvos variem em tonalidade, para caracterizar um yorkshire, não se misturam com os em azul-aço.16 Apesar de existir uma padronização para os exemplares de competição, que envolvem a precisão das cores, da textura e do comprimento da pelagem, os cães de companhia apresentam variações mais curtas e convenientes para seu conforto e de seu dono.
Os sentidos
Membro da família dos canídeos, estes animais compartilham os sentidos como características físicas, com as raposas e os coiotes, por exemplo. Ainda que seja fruto de seleções artificiais reconhecidamente recentes, os yorkshires fazem parte de uma família de predadores, detentores de sentidos apurados, que não se perderam após seletivos cruzamentos. Seus sentidos sensoriais são cinco - olfato, visão, audição, paladar e tato - descritos como:21 22 23
O olfato é um dos principais sentidos do yorkshire. Sua sensibilidade advém de ramificações dos nervos olfativos na cavidade nasal e é 32 vezes maior que a de um ser humano, embora seja considerada bastante inferior que a de um beagle, dito um dos melhores farejadores entre os cães.15 24 Como característica mais importante deste sentido está a identificação individual, que funciona para o yorkie como impressões digitais, já que cada animal possui um grande número de fendas nasais permanentes, que capturam cada cheiro individualmente. Sua audição é outro sentido bem desenvolvido, capaz de ouvir sons de alta frequência e baixo volume. Suas orelhas, artificialmente eretas, são direcionáveis, o que facilita a localização do som. Sua sensibilidade auditiva o permite ainda discernir palavras.
Sua visão é também apurada, além de possuir boa visão noturna. Seu campo de visão é menor que a de um pug, que tem olhos bem periféricos, embora ainda assim seja amplo. Sua visão é descrita como bicromática - distinguem bem apenas o amarelo e o azul - somada ao branco e preto.25 Apesar de conseguirem captar movimentos com maior facilidade, não possuem desenvolvida capacidade de foco. É ainda através da visão, que muitos cães demonstram traços comportamentais. Além de doenças comuns, algo capaz de prejudicar este sentido é a sua longa franja.26 O tato é classificado como pouco desenvolvido, sendo fundamental para a relação afetiva. Já o paladar, outro sentido pouco desenvolvido, justifica a capacidade canina de consumir diariamente sempre o mesmo alimento.
Reprodução e filhotes
O sistema reprodutor do cão é semelhante ao do ser humano, salvo certas particularidades. No yorkshire, a gravidez dá-se por sessenta dias, embora alguns especialistas especifiquem 63. Por ser um animal pequeno a yorkshire dá à luz um número reduzido de filhotes, habitualmente dois ou três, ou raramente quatro. A fêmea ainda requer cuidados alimentares, de nutrientes ricos em vitaminas, proteínas e cálcio.27
Por ser um animal de companhia, a reprodução do york é, em geral, assistida, devido ainda ao fato de ser uma raça criada para fins financeiros ou manipulação do pedigree. Seus cruzamentos são controlados e por vezes recorre-se a inseminações artificiais. Nos cruzamentos naturais, o processo é iniciado na fase do cio da fêmea, que dura em média de quinze a vinte dias, cujo ápice da fertilidade é atingido entre os 8º e 11º dias, fase em que os criadores escolhem os machos mais aptos. Como nas demais raças, as yorkshires nascem com um número definido de óvulos, ao passo que os machos permanecem férteis até a idade sênior.6
Nascido o filhote, este requer cuidados diferentes. Por ser diminuto, é desaconselhada a sua separação da mãe antes das dez semanas de vida, já que sua fragilidade é aparente e o cachorro pode contrair doenças. Seu sistema imunológico não está totalmente desenvolvido e o cachorro depende dos anticorpos da mãe. Contudo, no período compreendido entre a quarta e a 12ª semanas, o filhote apresenta-se desprotegido, situação esta que os veterinários chamam de "janela imunológica".15 Os pequenos nascem totalmente pretos, com pequenas marcas em marrom, adquirindo sua pelagem definitiva e definida apenas aos dezoito meses. Devido a essa completa transformação, há registros de criadores inexperientes que sacrificaram ninhadas inteiras por acharem serem seus filhotes, mestiços.28
Em cães de companhia, a esterilização e a castração variam de criador e dono, dependendo dos objetivos. Em geral, estes processos são considerados por alguns donos devido aos benefícios vistos por eles. Por exemplo, de acordo com estudos, os machos castrados tendem a ser mais passivos e não necessitam marcar tanto os territórios; já as fêmeas parecem viver dezoito meses a mais que as não-castradas.29 Todavia, os procedimentos em si consistem na remoção dos órgãos reprodutores: nas fêmeas, retiram-se o útero e os ovários; e nos machos, retiram-se os testículos.19 30
Envelhecimento, comunicação e locomoção
Este canino vive uma média variável entre doze e quinze anos, o que, se comparado a cães maiores, é mais longa. Contudo, o processo de envelhecimento é ainda objeto de estudos e uma nova teoria foi elaborada para tentar explicar as variações. Como cão de porte pequeno, o resultado obtido para o yorkshire foi a soma dos cinco primeiros anos caninos para um ano humano. A partir deste ponto, são então contados quatro anos de um cão pequeno para um vivido pelo homem, ao passo que os cães maiores, de maturidade mais lenta, tendem a envelhecer mais rapidamente.31 Isso ocorre devido às diferentes fases de maturidade do cão. Enquanto um yorkshire atinge seu peso máximo em geral aos quatro meses de idade, um são-bernardo necessita de, no mínimo, dezoito meses para chegar aos 60 kg, e suas exigências alimentares para o crescimento saudável são enormes.32 Com base nessas afirmações, pode-se dizer que um york nascido no mesmo dia e ano que um homem tenha, cinco anos humanos mais tarde, 21.
Yorkshires de idade avançada tendem a sofrer com doenças, dores e alterações comportamentais. Por essa razão, é importante dar atenção às mudanças da idade para suprir as novas necessidades.33 Entre os principais males que podem acometer os idosos yorkshires estão o nervosismo,17 a ceratoconjuntivite seca e os problemas ósseos, além de doenças e problemas comuns às demais raças, como o mal de Alzheimer e a depressão, a perda de tonicidade cardíaca e da flexibilidade articular.15 Fora isso, a visão e a audição prejudicadas, a quietude e o esbranquiçamentos da pelagem são fatores do envelhecimento descritos como normais.33
Ao contrário do basenji, que se comunica essencialmente através de uivos,34 os yorks, como cães de temperamento excitado e ativo, preferem os latidos como meio principal de comunicação com o ser humano e com outros caninos.17 Ademais, usam também da linguagem corporal para expressarem medo, ansiedade, interesse, alegria e outras emoções, e para se socializarem, já que são animais gregários.35 36 Por terem o gosto pelos latidos, o yorkshire pode passar por medidas corretivas, vistas pelo ser humano como soluções. Entre as medidas mais comuns estão o uso de coleiras antilatidos e os jatos de citronela no focinho.37
Sua locomoção dá-se graças a seus sistemas ósseo, articular e muscular. Quadrúpedes, os yorkshires usam de suas duas alturas para andar. Seu sistema neuro-muscular exerce as funções de contração e relaxamento, graças a ligação ao sistema nervoso e as articulações.38 Em suas patas, os coxins são parte da pele, a única com glândulas sudoríparas, o que ajuda a mantê-las flexíveis para tornar o andar mais preciso, devido à sua capacidade de aderência e adaptação. Os coxins são também pouco sensíveis, facilitando quando em situações rigorosas.39 A locomoção do canino recebe um nome diferenciado, chamado andadura, que constitui o ritmo e o modo de andar do animal. Nos yorks, que possuem suas patas viradas para frente, a andadura comum é a fácil.40
"Os Bichinhos Também Estão Online"
Criado há um ano pelo programador Hiury Barbiero, de 23 anos, o Animal Club tem mais de 8 mil membros ativos. Segundo Hiury, quem se cadastra tem que, obrigatoriamente, ter um animalzinho:
— Quem tem voz é o animal. A pessoa conversa com outros membros como se fosse ele.
Hiury diz que a maioria das postagens são relacionadas ao cotidiano do animal. Há, também, troca de informações. Por exemplo: como treiná-lo para fazer xixi no lugar certo?
— Muitas vezes, encontros são marcados — afirma o programador.
Para a secretária aposentada Silvia Pires Amar, de 57 anos, a criação de um perfil para suas três West Highland White Terrier, no PlugPet, é uma forma de homenagear seus xodós.
— São minhas filhas, sou louca por elas — declara-se a Tifany, de 10 anos, Cristal, de 6, e Nina, de 3.
No The Pet’s Universe, os bichos também têm voz ativa. No ar desde 19 de janeiro de 2011, o site tem mais de 3.600 membros, do Brasil e do exterior.
— São pessoas que se transportam para a personalidade do animal — conta o fundador do site, Flávio Mendes, de 48 anos, que trabalha com mídias sociais corporativas na IBM. Há “de tudo um pouco” no The Pet’s Universe:
— Os membros se reúnem em grupos de interesses em comum. No “Quero namorar”, muita gente procura cachorros da mesma raça e idade que o seu.
Dona da yorkshire Angel Pagung, a modelo Thatiana Pagung, de 32 anos, conta que escreve nas redes sociais como se fosse a cadelinha:
- O primeiro perfil da Angel foi no Orkut. Mas, assim como aconteceu com as redes sociais, ela evoluiu e agora é membro do Facebook. É uma grande brincadeira! Escrevo como se fosse ela. É bem legal ouvir os comentários nas ruas. Na época do Orkut, apareceram vários pretendentes para a Angel. Agora, há menos interessados. Mas estou disposta a discutir propostas para a minha 'filhinha' (risos).
segunda-feira, 17 de junho de 2013
novidades da Bellinha!!!!!!
OOOIIIIIII!!!!!!!!!!tenho novissssss!!!!!!!! :3 bom, se vc e cadastrado no google , vc pode postar comentarios no meu blog !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! mans... :( se vc nao for cadastrado no google... nao podera postar comentarios no meu blog :¨( !!!!!! jente pppppppppoooooooorrrfffaavorrr fasem comentariosss!!!!!!!!!!! eu tenho dois blogs , e ate oje ninguem fes comentarios neles !!!!!!!!!!!!!!!!! :¨(
entao , CCOOOMEEEEEENNNNNNTTTTTEEEEEMMMMMMM!!!!!!!!!!!!!!!!
e, então essa foi a novidade :) !!!!!!não se esque são , se cadastrem no google!!!!!!
BEIJJJOOOOOOSSSSS!!!!!
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sábado, 8 de junho de 2013
Vidas Cruzadas
Sabemos que a castração traz inúmeros benefícios para os animais de estimação, mas, antes de tomar essa decisão, muitos donos desejam que seus pets cruzem e procriem, Afinal, ter um filhotinho do seu mascote em casa é como reviver os tempos de infância dele. E quem não sente saudade dessa época?
Antes de tudo, é necessário pensar se você terá condições de arcar com as despesas dos novos bichinhos. Resolvida essa parte, surge a dúvida se os pets têm uma fase indicada para cruzar. "Quanto aos felinos, não há um período certo porque eles só ovulam durante o ato sexual, por isso é tão fácil uma gata engravidar. Já as Cadelas estão liberadas para o acasalamento a partir do terceiro cio, quando atingem a fase adulta", afirma Jéssica Ellen, médica Veterinária da clínica DogMania (SP). O cio Canino dura em média 15 dias; sendo assim, o período fértil fica entre o 9º e o 14º dia. Mas, para garantir que ela fique grávida, é preciso levá-la para cruzar pelo menos duas vezes em dias alternados. Mesmo que seu bicho não seja de raça, é importante que o parceiro seja escolhido com cautela. Por exemplo, o cruzamento entre cães de portes diferentes pode ser realizado, mas, para que a gestação seja segura para sua cadela, evite cruzá-la com animais com tamanho muito superior ao dela. Jamais permita o acasalamento, por exemplo, entre um Dogue Alemão e um Chihuahua. "O segundo passo é verificar se o pretendente é saudável, se foi vacinado e não tem nenhum tipo de doença contagiosa ou sexualmente transmissível", diz Jéssica. As doenças venéreas podem causar infertilidade ou até mesmo um aborto na futura mamãe, ou seja, todo cuidado é pouco.
Castração Do Bem :
A castração é uma cirurgia realizada em cães e gatos (fêmeas e machos), para impedir que se reproduzam. Após a primeira cria, os veterinários recomendam castrar o animal, pois além de evitar a superpopulação, diminui o risco de doenças nas vias uterinas, no caso das fêmeas, como o câncer de mama e útero. Já nos machos, previne o câncer de próstata e testículos. No caso dos gatinhos, acaba com o hábito deles urinarem em paredes e móveis para marcar território.
Love Cão :
A novidade agora são as agências de relacionamento online para animais domésticos. E o melhor de tudo : algumas são gratuitas, como o site Cão Do Dia (http://www.caododia.com.br/caoprocuranamoro.php). Basta fazer o cadastro, caprichar no perfil do pet e colocar uma foto bem bonita do garotão ou da garotona para encontrar um par adequado. Apesar do nome Canino, a agência também cadastra gatinhas e gatões. E depois de achar a "Alma Gêmea" do mascote, como fazer para marcar o encontro? A maior parte dos donos prefere agendar na casa da fêmea, mas, para quem está disposta a desembolsar uma grana, saiba que a nova tendência é o pet motel, com direito a espelho no teto e cama de couro. Alguns chegam a cobrar até R$ 100 pela diária. Tem até veterinário para vigiar o namoro.
O Signo Dos Cachorrinhos
Áries :
21 De Março A 20 De Abril
Esses Cachorrinhos estão sempre cheios de energia, amam atenção, carinho, brincadeiras e, na verdade, podem deixar o dono exausto com o seu ritmo superativo. Também são um pouco temperamentais e briguentos, mas tendem a ficar envergonhados facilmente. Então de um Cãozinho ariano em público sempre recompense o bom comportamento dele com um delicioso petisco. Ele adora ser reconhecido!
Touro
21 De Abril A 20 De Maio
Os Cachorrinhos desse signo são quietos, passivos e mais fáceis de treinar. No entanto, não os provoque, pois viram uma fera! São reservados quando conhecem novas pessoas, mas, quando gostam de você, pode ter certeza que terá um amigo fiel para a vida toda. Amam a vida ao ar livre, mas preferem dormir do que brincar a tarde toda.
Gêmeos
21 De Maio A 20 De Junho
São curiosos, amigáveis e cheios de energia, por isso, o Cachorrinho pode latir muito. Se possível, adquira outro Cão para fazer companhia a ele, já que o peludo geminiano odeia ficar sozinho. Ele aprende rápido, mas lembre-se de manter a porta sempre fechado ao sair de casa, pois ele pode sair instantaneamente para explorar o desconhecido e procurar novas aventuras ou amiguinhos.
Câncer
21 De Junho A 21 De Julho
Esses Cachorrinhos são criaturas muito sensíveis e carentes. Eles não gostam de muito barulho ou gritos, o que pode deixá-los facilmente irritados. Outro ponto importante: Qualquer mudança em sua rotina, como a presença de um estranho dentro de casa, pode fazer com que eles se retraíam. Não gostam de dividir a casa com outro Animal.
Leão
22 De Junho A 22 De Agosto
O leonino se sente como o rei do "castelo". Além disso, ama uma boa aventura e vai "rugir" se você não o levar para passear. Faça, portanto, de cada passeio um grande evento. Normalmente os Cachorrinhos desse signo são líderes natos e, em pouco tempo, podem fazer seus outros amigos peludos o seguirem. Adoram crianças, são muito protetores e podem, de boa vontade, ceder a própria vida em prol da sua.
Virgem
23 De Agosto A 22 De Setembro
São as melhores companhias e têm um sexto sentido ótimo para saber quando você está alegre ou triste. Os Cachorrinhos virginianos sempre estarão dispostos a lhe confortar. São Cachorrinhos acanhados e preferem até brincar sozinhos. Agora, não espere que ele venha correndo ao seu encontro quando você chegar em casa, pois ele é mais discreto.
Libra
23 De Setembro A 22 De Outubro
Apesar de tranquilos, os Cachorrinhos librianos são carentes e necessitam de muita atenção. Como são regidos pelo signo da justiça, esses Cachorrinhos dividem sua atenção igualmente entre todos os membros da família. Eles são ótimas companhias e odeiam ser deixados sozinhos. Uma dica: quando tiver de deixá-lo em casa, coloque uma música pra ele relaxar.
Capricórnio
22 De Dezembro A 20 De Janeiro
Os Cachorrinhos de Capricórnio ficam jovens para sempre, pois tendem se comportar como Filhotes, mesmo com a idade avançada. Eles são muito pacientes e gostam de brincar, por isso, são os melhores companheiros da criançada. Mas atenção: De vez em quando eles se tornam mal-humorados e ficam chateados quando as coisas não acontecem como gostaria. Paciência é a palavra-chave para lidar com esse fofo!
Peixes
20 De Fevereiro A 20 De Março
Esses Cachorrinhos são muito gentis, amorosos e pacíficos, por isso, odeiam brigas. Os Cães adoram música e não precisam de muito espaço aberto, podendo se adaptar bem em apartamentos. Eles são sensíveis ao seu humor e ficam ao seu lado para lhe transmitir segurança quando você estiver doente ou triste, ou seja, são verdadeiros parceiros!
O Cão, por sua intimidade com o ser humano, é considerado o Animal que melhor evidencia tendências, características e formas de agir controladas pelos astros, logo, o seu signo é semelhante ao do homem.
Escorpião
23 De Outubro A 21 De Novembro
São legais e, se bem treinados, esses Cachorrinhos serão sossegados por toda a vida. Porém, se forem maltratados, conseguir a confiança deles novamente será uma tarefa bem difícil. Eles são donos de muita energia e precisam gastá-la a qualquer custo. Outro ponto: Por serem possessivos e terem tendência a brigar facilmente, é bom ficar atenta, especialmente quando receber visitas.
Sagitário
22 De Novembro A 21 De Dezembro
Eles são os mais divertidos do mundo Animal. Estão sempre prontos para uma nova aventura e amam agradar seus donos. Como os Cachorrinhos sagitarianos adoram ambientes abertos, assegure-se de oferecer muito espaço para eles brincarem, como um quintal ou, se não puder, os levar pra passear com frequência. Se você mantê-los dentro de casa por longos períodos, provavelmente ele ficará deprimido e perderá aquela alegria contagiante.
Aquário
21 De Janeiro A 19 De Fevereiro
Eles são gentis e muito amorosos com crianças e vão latir apenas para ouvir o som da sua própria voz. São extremamente inteligentes, mas têm a cabeça na lua, por isso, você precisará de muita paciência para treiná-los. Ás vezes, esses Cachorrinhos querem ficar na deles e não gostam de muito paparico, então, não estranhe se de vez em quando eles ficarem meio afastados.
Desculpem a demora, voltou as aulas e eu estou enrolada, mas posto sempre que der!
Bichanos parte 3 final.
Diabetes atingem até os cachorros
Sabia que os caninos também podem desenvolver diabetes? Os primeiros sinais da doença são percebidos quando o animal começa a beber muita água, urinar com freqüencia, comer muito e, mesmo assim, perde peso. A mais comum é a tipo 1, caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina - por isso, a aplicação do hormônio deve ser feita de uma a duas vezes por dia. A doença é crônica e deve ser controlada com atividades físicas moderadas e uma alimentação balanceada, rica em fibras e pobre em carboidratos, proteínas e gorduras. As fêmeas que apresentam diabetam diabetes precisam ser castradas para não comprometer a eficácia do tratamento. Cachorros com idade entre 6 e 8 anos têm mais chance de apresentar a enfermidade.
Ai, que dor de dente !
São raros os casos em que os cães apresentam cáries. Em geral, as placas bacterianas e o tártaro são os principais problemas levados ás clinicas veterinárias, por falta de cuidado dos donos. Para manter a saúde bucal do bichinho em dia, faça uma escovação completa no mínimo três vezes por semana com produtos específicos para os pets. Em caso mais graves, os cachorros devem passar em veterinários odontológicos que fazem até tratamento de canal. Importante ! Preste atenção na dentina (esmalte do dente) do animal que pode apresentar seqüelas caso haja contaminação da cinomose, doença contagiosa transmitida por um vírus que só ataca os cães e que pode levá-los ao fim da vida. A prevenção é feita com uma dose de vacina a partir da sexta semana de vida.
Amizade entre cães e gatos
É possível imaginar uma boa convivência entre cães e gatos no mesmo lar? Cientistas da Universidade de Tel-Aviv, em Israel, parecem ter descoberto o segredo para tal. Segundo o estudo, se o felino for adotado antes do canino e se os dois forem apresentados enquanto jovens (menos de 6 meses para o primeiro e um ano para o segundo), há uma maior probabilidade de que eles de dêem bem. Curiosidade á parte, a principal razão dos desentendimentos é o fato de terem dificuldades de se comunicar entre si. Gatos, por exemplo, costumam sacudir a cauda quando estão nervosos, enquanto cachorros rosnam. Por outro lado, quando estão felizes, gatos costumam ronronar, enquanto cães balaçam o rabo.
Sabia que os caninos também podem desenvolver diabetes? Os primeiros sinais da doença são percebidos quando o animal começa a beber muita água, urinar com freqüencia, comer muito e, mesmo assim, perde peso. A mais comum é a tipo 1, caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina - por isso, a aplicação do hormônio deve ser feita de uma a duas vezes por dia. A doença é crônica e deve ser controlada com atividades físicas moderadas e uma alimentação balanceada, rica em fibras e pobre em carboidratos, proteínas e gorduras. As fêmeas que apresentam diabetam diabetes precisam ser castradas para não comprometer a eficácia do tratamento. Cachorros com idade entre 6 e 8 anos têm mais chance de apresentar a enfermidade.
Ai, que dor de dente !
São raros os casos em que os cães apresentam cáries. Em geral, as placas bacterianas e o tártaro são os principais problemas levados ás clinicas veterinárias, por falta de cuidado dos donos. Para manter a saúde bucal do bichinho em dia, faça uma escovação completa no mínimo três vezes por semana com produtos específicos para os pets. Em caso mais graves, os cachorros devem passar em veterinários odontológicos que fazem até tratamento de canal. Importante ! Preste atenção na dentina (esmalte do dente) do animal que pode apresentar seqüelas caso haja contaminação da cinomose, doença contagiosa transmitida por um vírus que só ataca os cães e que pode levá-los ao fim da vida. A prevenção é feita com uma dose de vacina a partir da sexta semana de vida.
Amizade entre cães e gatos
É possível imaginar uma boa convivência entre cães e gatos no mesmo lar? Cientistas da Universidade de Tel-Aviv, em Israel, parecem ter descoberto o segredo para tal. Segundo o estudo, se o felino for adotado antes do canino e se os dois forem apresentados enquanto jovens (menos de 6 meses para o primeiro e um ano para o segundo), há uma maior probabilidade de que eles de dêem bem. Curiosidade á parte, a principal razão dos desentendimentos é o fato de terem dificuldades de se comunicar entre si. Gatos, por exemplo, costumam sacudir a cauda quando estão nervosos, enquanto cachorros rosnam. Por outro lado, quando estão felizes, gatos costumam ronronar, enquanto cães balaçam o rabo.
Cães Heróis
Bom gnt as aulas começaram e agora vai ficar difícil de ficar postando aqui no blog, mas quando eu tiver um tempinho vago eu post, infelizmente nem todo fds eu tô livre pq eu vou começar o curso de inglês mas hoje dá e eu vou postar aqui sobre alguns cães-heróis alguns sobreviveram outros não só para salvar a vida de seus donos !
Para a empresária Adriana Sandonati, dona de um cemitério para animais de estimação na Grande São Paulo, só há um herói no mundo: o cocker spaniel Set, que foi resgatado da rua por ela quando ainda era um filhote.
Adriana conta que, há cinco anos, estava dirigindo com Set no carro quando foi abordada por um motoqueiro que anunciou o assalto e enfiou a mão pela janela da motorista. Segundo Adriana, o cachorro mordeu a mão do assaltante, que se afastou do carro. Não satisfeito, Set pulou para fora do carro pela janela e foi em cima do assaltante. “Nessa hora, ele foi atropelado por um carro”, relembra, Adriana, emocionada.
“Aconteceu tudo muito rápido, mas até hoje sou orgulhosa por ele ter me protegido”, afirma. Por ter se sacrificado para salvar a dona, Set ganhou um porta-retrato em local visível na recepção do cemitério.
Cães heróis do 11 de Setembro
Infelizmente, o dia 11/09/2001 ficou marcada na história mundial como o dia que retrata o que de pior o ser humano é capaz de fazer. O 11 de Setembro impactou o planeta de forma tão intensa que muita gente perdeu de vez a fé na humanidade. Entre escombros e destroços, lembranças apagavam-se e vidas esvaiam-se... dentre os entulhos, um grupo especial de trabalhadores, incapazes de pensar tamanha maldade como a que presenciavam, arriscavam-se chegando mais longe do que qualquer humano poderia. Eram os cães de busca e resgate.
O The Dog Files fez um vídeo homenageando estes ilustres salva-vidas. O texto está em inglês, mas segue aqui a tradução.
Terroristas assumem dois aviões cheios de passageiros e atingem o World Trade Center.
Em algumas horas, ambas torres desmoronam.
Mais de 10.000 homens e mulheres trabalham nos resgates da vítimas, a maior mobilização de emergência da história dos EUA.
300 desses heróis eram cães.
No meio do inferno na Terra, os cães foram ao trabalho. Eles procuraram dia e noite por sobreviventes. E quando ficou claro que não havia mais ninguém vivo, eles voltaram para encontrar os corpos das vítimas e darem conforto às famílias angustiadas.
Eles ficaram do nosso lado, quando tudo parecia perdido.
Eles foram onde era impossível um humano chegar.
Trabalhando com obediência.
Procurando sem descanso.
Se arriscando.
E confortando, confortando e confortando de novo.
E tudo que eles pediram em troca foi um pouco de descanso. Sempre que fosse possível, em qualquer lugar que pudessem.
Eles são os cães de resgate da América e estaremos sempre em dívida com eles.
Jake
Jake, um cão labrador preto, trabalhou nos escombros do World Trade Center atrás de sobreviventes, em 2001, e também participou das buscas em Nova Orleans , depois que o Furacão Katrina devastou a cidade, em 2005. Nas horas vagas, Jake ainda arrumava tempo para brincar com crianças vítimas de queimaduras e idosos em casas assistenciais, além de ensinar outros cães a farejar. O cão foi abandonado quando tinha apenas 10 meses. A americana Mary Flood o encontrou em uma rua perto de casa muito maltratado e com a pata quebrada. Assim que ficou bom, Jake entrou para o treinamento de cães de resgate e se tornou um dos 200 cachorros da equipe de busca e salvamento certificada pelo governo dos Estados Unidos. O "emprego" exigia disponibilidade total dos animais para trabalhar em todo o tipo de desastre e a qualquer horário. O cão herói morreu em 25 de julho, aos 12 anos, vítima de câncer.
Hachiko
No Japão, o cachorro Hachiko todo dia acompanhava seu dono, o professor Ueno Eizaburo, até uma estação de trem. De lá o professor seguia para a Universidade de Tóquio e Hachico voltava para casa. Às 15 horas, quando Ueno retornava, o cachorro já estava na estação esperando por ele. No ano de 1925, o professor morreu, mas o bichinho não sabia e continuou esperando o dono. Pessoas começaram a visitar o local só para ver Hachico, que permaneceu na estação por 12 anos, até morrer. Os japoneses ergueram uma estátua no local para homenagear a fidelidade do cão.
Cão malaio
Apesar de não ter interferido diretamente, esse cãozinho impediu seu dono de cometer suicídio. Um morador de Kuala Lumpur (Malásia), que havia acabado de perder seu emprego, estava prestes a pular de uma ponte quando foi avisado que seu animal estava morrendo sufocado. Isso fez com que recuasse e desistisse de tentar a morte. O caso ocorreu em 6 de setembro de 2005.
Catita
A vira-lata Catita salvou seus donos, duas crianças, do ataque de um feroz pitbull no Rio de Janeiro, em fevereiro de 1999. Ela deixou os filhotes e correu para acudir os meninos. Acabou perdendo um pedaço da orelha, mas conseguiu afastar o outro cachorro.
Choop
O Bernese Mountain foi utilizado em sessões de fisioterapia assistida para idosos. Ele participava dos exercícios e, segundo os médicos que acompanhavam o programa, contribuiu largamente para que os participantes tivessem melhoras tanto físicas quanto emocionais e psicológicas.
D-Boy
Mesmo baleado, D-Boy não desistiu - o cachorro continuou atacando o assaltante que invadiu a casa de sua dona, em Oklahoma City, nos Estados Unidos. D-Boy foi atingido 3 vezes pelo ladrão, mas a valentia do cachorro acabou desestimulando o criminoso, que fugiu sem levar nada. D-Boy sobreviveu. O caso aconteceu em dezembro de 2008.
Dick
Dick era um pastor alemão da polícia militar que em 1956 ajudou a encontrar um menino de 4 anos que havia sido seqüestrado. Cheirou o travesseiro do garoto e conseguiu levar a polícia até o cativeiro. Dick foi homenageado, sendo promovido de soldado raso a cabo pelo então governador Jânio Quadros e ganhou um busto de bronze no canil da Polícia Militar.
Diogo
O pastor-alemão, membro da Polícia Militar, salvou um grupo de 11 crianças e adolescentes evangélicos que se perderam na Serra do Mar, em São Bernardo do Campo (SP). Fazia dois dias que os garotos passavam frio e fome, isolados na mata fechada.
Faith
A rottweiler salvou a vida de sua dona ao ligar para o serviço de emergência depois que ela teve um ataque epilético. Na verdade, a cadela da norte-americana Leana Beasley recebeu treinamento para ajudá-la. O animal aprendeu a identificar mudanças na química do corpo da moça, ligar a tecla rápida para chamar socorro e ainda esperar o resgate na porta da casa.
Após se chocar contra um iceberg, o famoso navio afundou, matando mais de 1.500 pessoas e também alguns animais.
Nas celebrações desse triste centenário, uma exposição inédita revela a história de 12 cães que embarcaram no Titanic em 1912, segundo informações do site norte-americano Huffington Post. Todos os animais pertenciam a passageiros da primeira classe.
O historiador responsável pela exposição, Joseph Edgette, quer, por meio da exposição, explorar os laços de cumplicidade que existiam entre mascotes que viajaram na embarcação e seus donos.
— Eu não acho que qualquer exposição sobre o Titanic tenha examinado esse relacionamento e reconhecido a importância dos animais de estimação que também perderam suas vidas no cruzeiro.
Leilão em Nova York vende objetos do Titanic
Conheça cinco mitos sobre o Titanic difundidos pelo cinema
Pelo menos nove cães morreram quando o Titanic afundou, mas a exposição destaca três que sobreviveram ao desastre. Eram dois spitz alemão e um pequinês.
— Os cachorros sobreviventes eram tão pequenos que ninguém poderia ter percebido sua presença nos botes salva-vidas.
Margaret Hays Bechstein, uma nova-iorquina de 24 anos, se agarrou a sua spitz, chamada Lady, ao se dirigir para o o bote 7, salvando não só sua vida, mas também da mascotinha.
Não se sabe o nome do outro cão da raça spitz que sobreviveu ao naufrágio. Ele era o pet dos magnatas americanos Martin Rothschild e Elizabeth Jane Anne Rothschild. O marido acabou morrendo na tragédia, mas Elizabeth conseguiu embarcar no bote 6 com seu cachorrinho escondido.
A tripulação do Carpathia, navio que resgatou os sobreviventes do Titanic, inicialmente se recusou a levá-la a bordo com o animal, mas acabou mudando de ideia.
Para completar, Sun Yat-Sen era o pequinês dos herdeiros da editora Harper & Row. Marido, esposa e um artista que acompanhava o casal conseguiram entrar no bote 3. Segundo Henry Harper, nenhuma das pessoas a bordo fez qualquer objeção à presença do cão.
Vários cachorros que morreram a bordo nunca foram identificados, por isso é difícil calcular ao certo quantos animais estavam no navio. Uma das passageiras, Ann Elizabeth Isham, 50, ficou famosa depois de ter se recusado a deixar o Titanic sem seu cachorro, que seria grande demais para ser colocado no bote salva-vidas.
O corpo de Isham junto de seu cão foi encontrado flutuando no mar dias depois.
Alguns passageiros que deixaram seus animais para trás receberam algum consolo. Eles recebiam uma quantia em dinheiro, uma espécie de seguro de vida.
A exposição dos pets do Titanic acontece na Universidade de Widener, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, até dia 12 de maio.
Quando a escritora Karen O’Toole foi a Nova Orleans um dia após a passagem do Furacão Katrina, em agosto de 2005, sua intenção era ajudar os milhares de animais vítimas da tragédia. Pouco mais de cinco anos se passaram desde então, e a norte-americana resolveu contar tudo que passou durante o tempo que esteve no local em um livro.
O livro traz ainda histórias comoventes como a de um pequeno Chihuahua que foi encontrado paralisado, dentro de uma banheira, chorando por ajuda, ou ainda a de um cão chamado Allen, que se negou a sair da esquina onde foi abandonado por seu dono, nem mesmo por comida.Em Orphans of Katrina a autora conta o drama dos animais que sofreram com o desastre natural e como os voluntários trabalharam para resgatar os pets. “Não havia eletricidade, então, tínhamos que trabalhar apenas até o sol se por”, contou à revista People Pets. “Precisávamos alimentar os animais, prestar-lhes socorro, cuidar de eventuais ferimentos e retirá-los das áreas de risco”.
Para Karen, a intenção de sua obra foi mostrar o amor incondicional e sincero de muitos cães que foram abandonados. Ela quis contar ainda sobre os esforços pouco divulgados dos volunários na tragédia que ela tem como “o maior resgate de animais da história”
Para os interessados o livro pode ser encontrado em inglês na Amazon por a partir de 11,99 dólares. Ainda não há previsão para o lançamento da obra em português.
Para a empresária Adriana Sandonati, dona de um cemitério para animais de estimação na Grande São Paulo, só há um herói no mundo: o cocker spaniel Set, que foi resgatado da rua por ela quando ainda era um filhote.
Adriana conta que, há cinco anos, estava dirigindo com Set no carro quando foi abordada por um motoqueiro que anunciou o assalto e enfiou a mão pela janela da motorista. Segundo Adriana, o cachorro mordeu a mão do assaltante, que se afastou do carro. Não satisfeito, Set pulou para fora do carro pela janela e foi em cima do assaltante. “Nessa hora, ele foi atropelado por um carro”, relembra, Adriana, emocionada.
“Aconteceu tudo muito rápido, mas até hoje sou orgulhosa por ele ter me protegido”, afirma. Por ter se sacrificado para salvar a dona, Set ganhou um porta-retrato em local visível na recepção do cemitério.
Cães heróis do 11 de Setembro
Infelizmente, o dia 11/09/2001 ficou marcada na história mundial como o dia que retrata o que de pior o ser humano é capaz de fazer. O 11 de Setembro impactou o planeta de forma tão intensa que muita gente perdeu de vez a fé na humanidade. Entre escombros e destroços, lembranças apagavam-se e vidas esvaiam-se... dentre os entulhos, um grupo especial de trabalhadores, incapazes de pensar tamanha maldade como a que presenciavam, arriscavam-se chegando mais longe do que qualquer humano poderia. Eram os cães de busca e resgate.
O The Dog Files fez um vídeo homenageando estes ilustres salva-vidas. O texto está em inglês, mas segue aqui a tradução.
Terroristas assumem dois aviões cheios de passageiros e atingem o World Trade Center.
Em algumas horas, ambas torres desmoronam.
Mais de 10.000 homens e mulheres trabalham nos resgates da vítimas, a maior mobilização de emergência da história dos EUA.
300 desses heróis eram cães.
No meio do inferno na Terra, os cães foram ao trabalho. Eles procuraram dia e noite por sobreviventes. E quando ficou claro que não havia mais ninguém vivo, eles voltaram para encontrar os corpos das vítimas e darem conforto às famílias angustiadas.
Eles ficaram do nosso lado, quando tudo parecia perdido.
Eles foram onde era impossível um humano chegar.
Trabalhando com obediência.
Procurando sem descanso.
Se arriscando.
E confortando, confortando e confortando de novo.
E tudo que eles pediram em troca foi um pouco de descanso. Sempre que fosse possível, em qualquer lugar que pudessem.
Eles são os cães de resgate da América e estaremos sempre em dívida com eles.
Jake
Jake, um cão labrador preto, trabalhou nos escombros do World Trade Center atrás de sobreviventes, em 2001, e também participou das buscas em Nova Orleans , depois que o Furacão Katrina devastou a cidade, em 2005. Nas horas vagas, Jake ainda arrumava tempo para brincar com crianças vítimas de queimaduras e idosos em casas assistenciais, além de ensinar outros cães a farejar. O cão foi abandonado quando tinha apenas 10 meses. A americana Mary Flood o encontrou em uma rua perto de casa muito maltratado e com a pata quebrada. Assim que ficou bom, Jake entrou para o treinamento de cães de resgate e se tornou um dos 200 cachorros da equipe de busca e salvamento certificada pelo governo dos Estados Unidos. O "emprego" exigia disponibilidade total dos animais para trabalhar em todo o tipo de desastre e a qualquer horário. O cão herói morreu em 25 de julho, aos 12 anos, vítima de câncer.
Hachiko
No Japão, o cachorro Hachiko todo dia acompanhava seu dono, o professor Ueno Eizaburo, até uma estação de trem. De lá o professor seguia para a Universidade de Tóquio e Hachico voltava para casa. Às 15 horas, quando Ueno retornava, o cachorro já estava na estação esperando por ele. No ano de 1925, o professor morreu, mas o bichinho não sabia e continuou esperando o dono. Pessoas começaram a visitar o local só para ver Hachico, que permaneceu na estação por 12 anos, até morrer. Os japoneses ergueram uma estátua no local para homenagear a fidelidade do cão.
Cão malaio
Apesar de não ter interferido diretamente, esse cãozinho impediu seu dono de cometer suicídio. Um morador de Kuala Lumpur (Malásia), que havia acabado de perder seu emprego, estava prestes a pular de uma ponte quando foi avisado que seu animal estava morrendo sufocado. Isso fez com que recuasse e desistisse de tentar a morte. O caso ocorreu em 6 de setembro de 2005.
Catita
A vira-lata Catita salvou seus donos, duas crianças, do ataque de um feroz pitbull no Rio de Janeiro, em fevereiro de 1999. Ela deixou os filhotes e correu para acudir os meninos. Acabou perdendo um pedaço da orelha, mas conseguiu afastar o outro cachorro.
Choop
O Bernese Mountain foi utilizado em sessões de fisioterapia assistida para idosos. Ele participava dos exercícios e, segundo os médicos que acompanhavam o programa, contribuiu largamente para que os participantes tivessem melhoras tanto físicas quanto emocionais e psicológicas.
D-Boy
Mesmo baleado, D-Boy não desistiu - o cachorro continuou atacando o assaltante que invadiu a casa de sua dona, em Oklahoma City, nos Estados Unidos. D-Boy foi atingido 3 vezes pelo ladrão, mas a valentia do cachorro acabou desestimulando o criminoso, que fugiu sem levar nada. D-Boy sobreviveu. O caso aconteceu em dezembro de 2008.
Dick
Dick era um pastor alemão da polícia militar que em 1956 ajudou a encontrar um menino de 4 anos que havia sido seqüestrado. Cheirou o travesseiro do garoto e conseguiu levar a polícia até o cativeiro. Dick foi homenageado, sendo promovido de soldado raso a cabo pelo então governador Jânio Quadros e ganhou um busto de bronze no canil da Polícia Militar.
Diogo
O pastor-alemão, membro da Polícia Militar, salvou um grupo de 11 crianças e adolescentes evangélicos que se perderam na Serra do Mar, em São Bernardo do Campo (SP). Fazia dois dias que os garotos passavam frio e fome, isolados na mata fechada.
Faith
A rottweiler salvou a vida de sua dona ao ligar para o serviço de emergência depois que ela teve um ataque epilético. Na verdade, a cadela da norte-americana Leana Beasley recebeu treinamento para ajudá-la. O animal aprendeu a identificar mudanças na química do corpo da moça, ligar a tecla rápida para chamar socorro e ainda esperar o resgate na porta da casa.
Após se chocar contra um iceberg, o famoso navio afundou, matando mais de 1.500 pessoas e também alguns animais.
Nas celebrações desse triste centenário, uma exposição inédita revela a história de 12 cães que embarcaram no Titanic em 1912, segundo informações do site norte-americano Huffington Post. Todos os animais pertenciam a passageiros da primeira classe.
O historiador responsável pela exposição, Joseph Edgette, quer, por meio da exposição, explorar os laços de cumplicidade que existiam entre mascotes que viajaram na embarcação e seus donos.
— Eu não acho que qualquer exposição sobre o Titanic tenha examinado esse relacionamento e reconhecido a importância dos animais de estimação que também perderam suas vidas no cruzeiro.
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Conheça cinco mitos sobre o Titanic difundidos pelo cinema
Pelo menos nove cães morreram quando o Titanic afundou, mas a exposição destaca três que sobreviveram ao desastre. Eram dois spitz alemão e um pequinês.
— Os cachorros sobreviventes eram tão pequenos que ninguém poderia ter percebido sua presença nos botes salva-vidas.
Margaret Hays Bechstein, uma nova-iorquina de 24 anos, se agarrou a sua spitz, chamada Lady, ao se dirigir para o o bote 7, salvando não só sua vida, mas também da mascotinha.
Não se sabe o nome do outro cão da raça spitz que sobreviveu ao naufrágio. Ele era o pet dos magnatas americanos Martin Rothschild e Elizabeth Jane Anne Rothschild. O marido acabou morrendo na tragédia, mas Elizabeth conseguiu embarcar no bote 6 com seu cachorrinho escondido.
A tripulação do Carpathia, navio que resgatou os sobreviventes do Titanic, inicialmente se recusou a levá-la a bordo com o animal, mas acabou mudando de ideia.
Para completar, Sun Yat-Sen era o pequinês dos herdeiros da editora Harper & Row. Marido, esposa e um artista que acompanhava o casal conseguiram entrar no bote 3. Segundo Henry Harper, nenhuma das pessoas a bordo fez qualquer objeção à presença do cão.
Vários cachorros que morreram a bordo nunca foram identificados, por isso é difícil calcular ao certo quantos animais estavam no navio. Uma das passageiras, Ann Elizabeth Isham, 50, ficou famosa depois de ter se recusado a deixar o Titanic sem seu cachorro, que seria grande demais para ser colocado no bote salva-vidas.
O corpo de Isham junto de seu cão foi encontrado flutuando no mar dias depois.
Alguns passageiros que deixaram seus animais para trás receberam algum consolo. Eles recebiam uma quantia em dinheiro, uma espécie de seguro de vida.
A exposição dos pets do Titanic acontece na Universidade de Widener, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, até dia 12 de maio.
Quando a escritora Karen O’Toole foi a Nova Orleans um dia após a passagem do Furacão Katrina, em agosto de 2005, sua intenção era ajudar os milhares de animais vítimas da tragédia. Pouco mais de cinco anos se passaram desde então, e a norte-americana resolveu contar tudo que passou durante o tempo que esteve no local em um livro.
O livro traz ainda histórias comoventes como a de um pequeno Chihuahua que foi encontrado paralisado, dentro de uma banheira, chorando por ajuda, ou ainda a de um cão chamado Allen, que se negou a sair da esquina onde foi abandonado por seu dono, nem mesmo por comida.Em Orphans of Katrina a autora conta o drama dos animais que sofreram com o desastre natural e como os voluntários trabalharam para resgatar os pets. “Não havia eletricidade, então, tínhamos que trabalhar apenas até o sol se por”, contou à revista People Pets. “Precisávamos alimentar os animais, prestar-lhes socorro, cuidar de eventuais ferimentos e retirá-los das áreas de risco”.
Para Karen, a intenção de sua obra foi mostrar o amor incondicional e sincero de muitos cães que foram abandonados. Ela quis contar ainda sobre os esforços pouco divulgados dos volunários na tragédia que ela tem como “o maior resgate de animais da história”
Para os interessados o livro pode ser encontrado em inglês na Amazon por a partir de 11,99 dólares. Ainda não há previsão para o lançamento da obra em português.
Mitos Sobre Cães
Na nossa sociedade ouvimos diversas vezes vários mitos a respeito dos cães. Vamos esclarecer aqui alguns. Se você tem uma pergunta do tipo “é verdade que…”,
Vamos aos mitos:
Cães são racistas?
Não. Eles podem se tornar racistas por traumas, mas geralmente o que ocorre é uma falta de socialização primária com etnias diferentes. Para um cão criado com negros desde pequeno, um homem branco pode ser considerado um ser estranho e perigoso, o inverso acontecendo com cães que são criados somente com brancos. Nós humanos também possuímos cheiro, forma e cor diferentes, e é importante socializarmos nossos cães, enquanto ainda são filhotes, com as diversas etnias humanas.
O cão precisa aprender a atacar para não atacar?
Não. Não é necessário e nem recomendado estimular ou permitir a agressividade em um cão que não será destinado à guarda ou à caça. Muitas pessoas ensinam seu cachorro a atacar, mesmo quando estão apenas querendo ter um animal para companhia. Se este for o seu caso, não faça isto.
Cães preferem ficar apertados dentro de casa (com as pessoas) ou livres no quintal (sozinhos)?
Por mais estranho que possa parecer, a grande maioria dos cães prefere ficar com os “companheiros de matilha”, independente da condição em que estiverem. Cães são animais que dependem de companhia, portanto não ache que só porque seu quintal é grande você pode abandonar seu cão lá. Um cão será muito mais feliz se puder morar junto dos outros membros da matilha, mesmo que isto envolva um espaço reduzido na maior parte do tempo. Apesar de os cães preferirem viver num espaço reduzido com sua “matilha” do que abandonados, para serem saudáveis, eles necessitam passear e se exercitar.
Deixar o cão preso é uma boa maneira de “fabricarmos” um cão de guarda?
Não. Um cão-de-guarda deve ser corajoso e atacar para proteção sob comando. Um cão preso a uma corrente fica agressivo e neurótico, pois a única maneira que ele tem de se proteger de potenciais perigos é atacando, já que está exposto e sem possibilidade de sair do local. Cães que crescem nessas condições desenvolvem temperamentos instáveis e perigosos. Socializar e evitar traumas é sempre a melhor saída para obtermos um cão emocionalmente equilibrado e que responda bem ao treinamento, incluindo o treinamento de ataque.
É preciso repetir várias vezes algo para que o cão aprenda?
Nem sempre. Cães podem aprender instantaneamente. Imagine quantas chances teria um lobo para aprender que não se deve lutar contra ursos sozinho? A repetição no condicionamento é fundamental apenas para fixar o aprendizado e para ajudar seu cão a identificar exatamente o comportamento desejado e o não desejado.
Quando o cachorro está com o focinho quente ou seco, significa que está doente.
Esse é um dos maiores mitos. As pessoas acham que um nariz gelado e úmido mostra que o cão está saudável. O focinho do cão não mede sua saúde. Por exemplo, normalmente o focinho está quente e/ou seco assim que ele acorda, o que é normal. Mas, se o focinho estiver sempre seco, escamoso e com aparência anormal, pode ser sim sinal de algum problema de saúde e você deve procurar um veterinário.
A boca do cão é mais limpa que a boca dos humanos
Muitas pessoas deixam o cachorro lambê-las no rosto e até na boca, usando diversas vezes essa frase clássica acima. Algumas pessoas também deixam o animal comer no mesmo prato que elas. A verdade é que a boca do cão é cheia de germes, bactérias e outras coisas nada agradáveis que eles acabam adquirindo em passeios etc. Pense que o cão encosta o focinho no chão da rua, no lixo, em sapatos. Agora pense que ele frequentemente lambe o próprio focinho. Depois pense que ele lambe e limpa suas partes íntimas, que é por onde saem urina e fezes. A boca de um cão não é mais limpa que a sua, mas para nossa sorte, a maioria dos germes presentes na saliva do cão não causa mal aos humanos. Se você mantiver seu cão saudável, com as vacinas em dia e sem vermes, não há tanto problema em dar um beijinho de vez em quando. Mas não exagere, ok?
Cães enxergam em preto e branco
Não. Cães enxergam algumas cores, como já explicamos em um artigo do site. Veja aqui as cores que os cães são capazes de enxergar.
Cachorros comem grama quando estão doentes para provocar vômito
As pessoas começaram a achar isso ao observarem que cães comem grama e vomitam depois, então presumiram que eles estavam enjoados e provocando o próprio vômito. Por que cães comem grama? Porvavelmente porque eles simplesmente gostam! Em muita quantidade, a grama pode irritar um pouco o estômago e o cachorro vomita. Mas não se preocupe, a grama é inofensiva, a não ser que esteja envenenada contra ratos ou qualquer outra praga.
1 ano do cachorro equivale a 7 anos humanos
Não. Esse cálculo é variável e depende também do porte do cão. Cães menores tem uma expectativa de vida maior do que cães gigantes. Confira nesse artigo a tabela de comparação entre a idade canina e humana.
Adestramento não funciona com cães adultos e idosos
Outro mito. Pode não ser tão fácil quanto um filhote, mas é totalmente possível. A idade ideal para o adestramento é enquanto o cão ainda é filhote, como já falamos aqui no site. Mas por que é mais difícil adestrar idosos: os sentidos estão menos aguçados. Eles não ouvem ou enxergam como antes. Além disso, ele não tem tanta energia. Fora que a uma certa idade da vida do cão, ele já foi condicionado a fazer muitas coisas e mudar isso é um desafio, mas é possível. Pense nos seres humanos: quanto mais novo você aprende algo, mais fácil é. Aprender a tocar um instrumento, falar uma língua, dirigir, mexer no computador…é bem mais fácil quando você é criança ou mesmo um adulto jovem. O cérebro ainda não aprendeu tantas coisas, está mais fresquinho pra novos conhecimentos.
Quando o cão abana o rabo é porque está feliz
Algumas pessoas acabam mordidas por causa disso. Cães abanam o rabo por vários motivos. Normalmente abanar o rabo é sinal de alegria, mas também pode significar medo, ansiedade ou agressão. Não olhe só para o rabo, preste atenção à toda linguagem corporal do cão: orelhas, pelos das costas, posição da cabeça.
Fêmeas precisam ter pelo menos uma ninhada antes de serem castradas
Não há nenhuma razão científica para essa afirmação que muitas pessoas fazem. Cães não pensam como seres humanos. Eles não se sentem “vazios” se não tiverem filhotes, não sentem falta de cruzar e nem sabem que isso existe se você não os expuser a essa situação. Algumas cadelas nem são boas mães, abandonando os filhotes assim que nascem. Já imaginou o trabalho que você vai ter ao cruzar a sua cadela? Uma cadela prenha requer uma série de cuidados especiais, exames e afins. Quando a ninhada nasce, você precisa cuidar de vários filhotes ao mesmo tempo, limpar o local diversas vezes por dia, providenciar vermífugo, vacinas, rações especiais, exames etc. Será que vale a pena? Isso só contribui para uma superpopulação de cães. Somos completamente a favor da castração, principalmente antes do primeiro cio da fêmea, que é a melhor forma de prevenir as principais doenças do aparelho reprodutor.
Créditos: http://www.tudosobrecachorros.com.br
Vamos aos mitos:
Cães são racistas?
Não. Eles podem se tornar racistas por traumas, mas geralmente o que ocorre é uma falta de socialização primária com etnias diferentes. Para um cão criado com negros desde pequeno, um homem branco pode ser considerado um ser estranho e perigoso, o inverso acontecendo com cães que são criados somente com brancos. Nós humanos também possuímos cheiro, forma e cor diferentes, e é importante socializarmos nossos cães, enquanto ainda são filhotes, com as diversas etnias humanas.
O cão precisa aprender a atacar para não atacar?
Não. Não é necessário e nem recomendado estimular ou permitir a agressividade em um cão que não será destinado à guarda ou à caça. Muitas pessoas ensinam seu cachorro a atacar, mesmo quando estão apenas querendo ter um animal para companhia. Se este for o seu caso, não faça isto.
Cães preferem ficar apertados dentro de casa (com as pessoas) ou livres no quintal (sozinhos)?
Por mais estranho que possa parecer, a grande maioria dos cães prefere ficar com os “companheiros de matilha”, independente da condição em que estiverem. Cães são animais que dependem de companhia, portanto não ache que só porque seu quintal é grande você pode abandonar seu cão lá. Um cão será muito mais feliz se puder morar junto dos outros membros da matilha, mesmo que isto envolva um espaço reduzido na maior parte do tempo. Apesar de os cães preferirem viver num espaço reduzido com sua “matilha” do que abandonados, para serem saudáveis, eles necessitam passear e se exercitar.
Deixar o cão preso é uma boa maneira de “fabricarmos” um cão de guarda?
Não. Um cão-de-guarda deve ser corajoso e atacar para proteção sob comando. Um cão preso a uma corrente fica agressivo e neurótico, pois a única maneira que ele tem de se proteger de potenciais perigos é atacando, já que está exposto e sem possibilidade de sair do local. Cães que crescem nessas condições desenvolvem temperamentos instáveis e perigosos. Socializar e evitar traumas é sempre a melhor saída para obtermos um cão emocionalmente equilibrado e que responda bem ao treinamento, incluindo o treinamento de ataque.
É preciso repetir várias vezes algo para que o cão aprenda?
Nem sempre. Cães podem aprender instantaneamente. Imagine quantas chances teria um lobo para aprender que não se deve lutar contra ursos sozinho? A repetição no condicionamento é fundamental apenas para fixar o aprendizado e para ajudar seu cão a identificar exatamente o comportamento desejado e o não desejado.
Quando o cachorro está com o focinho quente ou seco, significa que está doente.
Esse é um dos maiores mitos. As pessoas acham que um nariz gelado e úmido mostra que o cão está saudável. O focinho do cão não mede sua saúde. Por exemplo, normalmente o focinho está quente e/ou seco assim que ele acorda, o que é normal. Mas, se o focinho estiver sempre seco, escamoso e com aparência anormal, pode ser sim sinal de algum problema de saúde e você deve procurar um veterinário.
A boca do cão é mais limpa que a boca dos humanos
Muitas pessoas deixam o cachorro lambê-las no rosto e até na boca, usando diversas vezes essa frase clássica acima. Algumas pessoas também deixam o animal comer no mesmo prato que elas. A verdade é que a boca do cão é cheia de germes, bactérias e outras coisas nada agradáveis que eles acabam adquirindo em passeios etc. Pense que o cão encosta o focinho no chão da rua, no lixo, em sapatos. Agora pense que ele frequentemente lambe o próprio focinho. Depois pense que ele lambe e limpa suas partes íntimas, que é por onde saem urina e fezes. A boca de um cão não é mais limpa que a sua, mas para nossa sorte, a maioria dos germes presentes na saliva do cão não causa mal aos humanos. Se você mantiver seu cão saudável, com as vacinas em dia e sem vermes, não há tanto problema em dar um beijinho de vez em quando. Mas não exagere, ok?
Cães enxergam em preto e branco
Não. Cães enxergam algumas cores, como já explicamos em um artigo do site. Veja aqui as cores que os cães são capazes de enxergar.
Cachorros comem grama quando estão doentes para provocar vômito
As pessoas começaram a achar isso ao observarem que cães comem grama e vomitam depois, então presumiram que eles estavam enjoados e provocando o próprio vômito. Por que cães comem grama? Porvavelmente porque eles simplesmente gostam! Em muita quantidade, a grama pode irritar um pouco o estômago e o cachorro vomita. Mas não se preocupe, a grama é inofensiva, a não ser que esteja envenenada contra ratos ou qualquer outra praga.
1 ano do cachorro equivale a 7 anos humanos
Não. Esse cálculo é variável e depende também do porte do cão. Cães menores tem uma expectativa de vida maior do que cães gigantes. Confira nesse artigo a tabela de comparação entre a idade canina e humana.
Adestramento não funciona com cães adultos e idosos
Outro mito. Pode não ser tão fácil quanto um filhote, mas é totalmente possível. A idade ideal para o adestramento é enquanto o cão ainda é filhote, como já falamos aqui no site. Mas por que é mais difícil adestrar idosos: os sentidos estão menos aguçados. Eles não ouvem ou enxergam como antes. Além disso, ele não tem tanta energia. Fora que a uma certa idade da vida do cão, ele já foi condicionado a fazer muitas coisas e mudar isso é um desafio, mas é possível. Pense nos seres humanos: quanto mais novo você aprende algo, mais fácil é. Aprender a tocar um instrumento, falar uma língua, dirigir, mexer no computador…é bem mais fácil quando você é criança ou mesmo um adulto jovem. O cérebro ainda não aprendeu tantas coisas, está mais fresquinho pra novos conhecimentos.
Quando o cão abana o rabo é porque está feliz
Algumas pessoas acabam mordidas por causa disso. Cães abanam o rabo por vários motivos. Normalmente abanar o rabo é sinal de alegria, mas também pode significar medo, ansiedade ou agressão. Não olhe só para o rabo, preste atenção à toda linguagem corporal do cão: orelhas, pelos das costas, posição da cabeça.
Fêmeas precisam ter pelo menos uma ninhada antes de serem castradas
Não há nenhuma razão científica para essa afirmação que muitas pessoas fazem. Cães não pensam como seres humanos. Eles não se sentem “vazios” se não tiverem filhotes, não sentem falta de cruzar e nem sabem que isso existe se você não os expuser a essa situação. Algumas cadelas nem são boas mães, abandonando os filhotes assim que nascem. Já imaginou o trabalho que você vai ter ao cruzar a sua cadela? Uma cadela prenha requer uma série de cuidados especiais, exames e afins. Quando a ninhada nasce, você precisa cuidar de vários filhotes ao mesmo tempo, limpar o local diversas vezes por dia, providenciar vermífugo, vacinas, rações especiais, exames etc. Será que vale a pena? Isso só contribui para uma superpopulação de cães. Somos completamente a favor da castração, principalmente antes do primeiro cio da fêmea, que é a melhor forma de prevenir as principais doenças do aparelho reprodutor.
Créditos: http://www.tudosobrecachorros.com.br
Idade Do Seu Cãozinho
Gnt como já está tarde eu vim postar uma coisa super interessante que eu acho que todo dono de cachorrinho quer saber é quantos anos tem seu cachorro, bom pra você que quer saber tá ai, !
Idade do cão Idade humana
1 ano 15 anos
2 anos 24 anos
3 anos 28 anos
4 anos 32 anos
5 anos 36 anos
6 anos 40 anos
7 anos 44 anos
8 anos 48 anos
9 anos 52 anos
10 anos 56 anos
11 anos 60 anos
12 anos 64 anos
13 anos 68 anos
14 anos 72 anos
15 anos 76 anos
16 anos 80 anos
17 anos 84 anos
18 anos 88 anos
19 anos 89 anos
20 anos 93 anos
21 anos 96 anos
22 anos 99 anos
23 anos 103 anos
(cachorros de todos os tamanhos até 2 anos de idade)
Nessa fase seu amigo é considerado jovem. A principal característica dele deve ser a grande energia e disposição para brincar e, algumas vezes, fazer travessuras. O mais importante é ter muita paciência e amor até que ele entenda as regras de sua nova casa (local apropriado para fazer cocô e xixi, horários de passeio etc).
Os principais cuidados nessa fase estão ligados à alimentação (ração específica para filhotes até aproximadamente 1 ano de vida), à vermifugação e à vacinação. O acompanhamento pelo médico veterinário também é muito importante para que se possa diagnosticar doenças próprias da idade, tratando-as o quanto antes.
:(cachorros pequenos e médios até 8 anos de idade; cachorros grandes e gigantes até os 6 anos de idade)
Seu amigo já está adulto. Nessa fase o animal atinge a maturidade e a plenitude de sua beleza e força. Os exercícios físicos freqüentes e a alimentação balanceada são o segredo para manter a saúde e o bem-estar de seu companheiro.
Mesmo que seu cachorro esteja saudável, não deixe de levá-lo ao médico veterinário no mínimo uma vez ao ano para as vacinações. Ele também pode definir qual o intervalo ideal das visitas no caso específico de seu cachorro.
:
(cachorros pequenos e médios a partir de 9 anos de idade e os demais a partir dos 7 anos)
Seu amigão já é considerado um animal idoso. (Calma! Nós sabemos que ele está muito bem!) O que não significa que ele esteja velho. Vale lembrar que o metabolismo dos animais é diferente do nosso e, por isso, eles vivem menos e envelhecem mais rápido que nós.
Nessa fase, os animais devem ser acompanhados com muita atenção e carinho pois, em geral, necessitam de ração específica, não precisando mais de tanta proteína. Muitas vezes, requerem também uma ajudinha para não ganhar ou perder uns quilinhos a mais.
Não se esqueça de que os cuidados devem ser redobrados agora. Portanto, não deixe de levá-lo ao veterinário para um check-up anual ou semestral. Ao contrário do que muitos imaginam, nessa fase os animais devem continuar a ser vacinados.
Cães Filhotes, Cães Adultos e Cães Idosos, créditos : http://br.merial.com/donos_caes/ciclo_vida/idade/idade_cao.asp.
Vacinação : Quais Meu Cachorro Deve Tomar?
Assim como nós, os cães também precisam tomar vacinas para prevenção de doenças, consulte sempre um veterinário de sua confiança para orientá-lo sobre o intervalo entre vacinas e aplicações. As mais importantes, independente da idade dele são: V8 ou V10 e a anti-rábica. Além dessas vacinas obrigatórias, existem a de imunização contra leishmaniose (calazar), gripe canina e giardíase.
As vacinas fazem com que o corpo produza anticorpos para combater as doenças, assim seu cãozinho fica protegido, caso seja atingido por uma das doenças em questão. Depois da vacinação, o organismo passa 15 dias criando essa proteção e geralmente é válida por um ano, por isso é importante lembrar do calendário do seu dog sempre!
Todo filhote recebe os anticorpos da mãe na amamentação, por isso não é recomendável vacinar filhotes com menos de 45 dias de vida, mas caso a mãe nunca tenha sido vacinada será necessária a aplicação já nos primeiros dias de vida.
Confira algumas recomendações para a vacinação:
- Mesmo os cachorros dóceis, devem estar com coleira e guia, pois ficam muito estressados quando vão ao veterinário.
- Crianças não devem levar os cães para vacinar.
- Os cães mais bravos, devem usar além da coleira e guia, uma focinheira, para não oferecer riscos nem aos donos e nem ao veterinário.
- Nunca dar vacina em seu cão, se ele estiver doente. Converse com seu veterinário e aplique a vacina somente quando ele estiver melhor.
- Só leve seu cão para passear na rua ou brincar com outros dogs após 15 dias da última aplicação de vacinas, que é quando ele já está imunizado de verdade.
- Seu Cachorrinho pode ter reações à vacina, que desaparecem após alguns dias, como desânimo, febre, dor muscular ou pequeno nódulo no lugar da aplicação.
- Caso note reações mais fortes, como convulsões ou inchaços, procure um veterinário com urgência.
As vacinas fazem com que o corpo produza anticorpos para combater as doenças, assim seu cãozinho fica protegido, caso seja atingido por uma das doenças em questão. Depois da vacinação, o organismo passa 15 dias criando essa proteção e geralmente é válida por um ano, por isso é importante lembrar do calendário do seu dog sempre!
Todo filhote recebe os anticorpos da mãe na amamentação, por isso não é recomendável vacinar filhotes com menos de 45 dias de vida, mas caso a mãe nunca tenha sido vacinada será necessária a aplicação já nos primeiros dias de vida.
Confira algumas recomendações para a vacinação:
- Mesmo os cachorros dóceis, devem estar com coleira e guia, pois ficam muito estressados quando vão ao veterinário.
- Crianças não devem levar os cães para vacinar.
- Os cães mais bravos, devem usar além da coleira e guia, uma focinheira, para não oferecer riscos nem aos donos e nem ao veterinário.
- Nunca dar vacina em seu cão, se ele estiver doente. Converse com seu veterinário e aplique a vacina somente quando ele estiver melhor.
- Só leve seu cão para passear na rua ou brincar com outros dogs após 15 dias da última aplicação de vacinas, que é quando ele já está imunizado de verdade.
- Seu Cachorrinho pode ter reações à vacina, que desaparecem após alguns dias, como desânimo, febre, dor muscular ou pequeno nódulo no lugar da aplicação.
- Caso note reações mais fortes, como convulsões ou inchaços, procure um veterinário com urgência.
Não Sei Mais O Que Fazer Com Meu Cachorro !
Seu cãozinho faz xixi pela casa toda, menos no lugar certo? Seus problemas estão perto do fim! Já existem no mercado pet vários produtos para ajudar você a educar seu filhote, um deles com certeza irá servir para você.
Educar um filhote não é tarefa fácil, ainda mais quando se trata de fazer xixi, pois eles têm instinto de marcar território e sair fazendo xixi por todos os lugares, seja o pé do sofá, armários, vassouras, entre outras coisas inimagináveis (sapatos, pé da sua cama, pia, porta).
Para começar, preste atenção no seu filhote, eles costumam dar sinais quando querem fazer xixi como parar de perna aberta, balançar ou se agachar pela casa. Neste momento, pegue-o no colo e leve até o lugar certo! Assim que ele fizer xixi, elogie-o e recompense, assim ele vai associar que quando faz xixi neste lugar, você fica feliz.
Se essa dica simples não der certo, será necessário recorrer aos produtos especializados para isto! O repelente de cães pode ajudar, passe no local onde ele costuma fazer o xixi, como este repelente tem um cheiro ruim para eles, seu cachorrinho não vai nem querer chegar perto do lugar. Além do repelente, você encontra nos petshops um produto chamado Pipi Dog, basta espirrar no cantinho do xixi que você determinou, ao sentir o cheiro do produto, o dog provavelmente terá vontade de fazer xixi e sempre que ele acertar recompense-o, seja com um petisco ou com muito carinho!
Se seu cachorro gosta de levantar as patinhas para fazer xixi e acaba acertando seus móveis, existem produtos que simulam postes, para que seu dog tenha seu próprio cantinho e ceda a tentação de fazer xixi nos móveis da sua casa.
Mesmo com os produtos é necessário reservar um tempo diário para educar seu cão a fazer xixi no lugar certo, leia as dicas que separamos para você:
- Ensine seu cachorro enquanto ainda é filhote, quanto mais velho for, mais difícil de reeducar.
- Nos primeiros dias, deixe-o somente em um espaço restrito, vá aumentando a liberdade dele na casa aos poucos.
- Não deixe os potes de comida perto do cantinho de fazer xixi, nem os cães gostam de comida e sujeira misturadas.
- Coloque bastante jornal no cantinho do xixi, pingue os produtos que estimulem o xixi no local (como o Pipi Dog) e veja o resultado.
- Eduque com carinho, mas rigidez, se você tratar ele sem firmeza na voz, seu cachorro vai continuar desobedecendo.
Onde encontrar:
Repelente para cães: http://www.petsupermarket.com.br/ (a partir de R$22,13)
Pipi Dog: http://www.petcentermarginal.com.br (a partir de R$13,90)
Poste: http://www.bitcao.com.br (a partir de R$149,90)
Cão Arrastado Por Tornado Levou Três Semanas Para Rastejar De Volta Para Casa Com As Patas Quebradas
Depois que tornados varreram North Smithfield, no Alabama no ano passado, uma família pensou que seu mix de terrier de 1 ano de idade chamado Mason tivesse morrido na tempestade. Mas três semanas depois, a família voltou para a sua casa destruída e encontrou Mason abanando o rabo e esperando por e
les sobre o que restava de sua varanda.
Como ele chegou em casa, foi ainda mais notável dado que ele tinha uma lesão incapacitante de duas patas dianteiras quebradas. Sua incrível jornada é um testamento para a força de vontade de um cachorro querendo chegar em casa para sua família.
Desabrigadas e sem recursos suficientes para cuidar de seu filhote herói, a família ficou arrasada porque não poderia cuidar dele. Eles chamaram o controle de animais do condado para ver se eles poderiam ajudar. Felizmente, a família tem muito apoio da comunidade local e dos veterinários que dão assistência a Mason. A família caiu em lágrimas quando souberam que Mason iria receber os cuidados de que necessitava e que poderia voltar para casa.
Mason acabou recebendo duas placas e 17 parafusos em suas pernas quebradas e foi tratado de desidratação e perda de peso, porque ele havia perdido metade de seu peso durante sua provação.
Alguns meses mais tarde, Mason e sua família amorosa foram capazes de voltar para sua casa recém-restaurada. Mason foi para casa em uma caixa bem grande recheada de guloseimas que pessoas de todo o mundo lhe tinha enviado.
9 Coisas Que Você Não Sabia Sobre Cães
Já que o cão é o melhor amigo do homem há cerca de 15.000 anos, você poderia pensar que os seres humanos os conhecem muito bem. Surpreenda-se com essa lista, que mostra que nossos animais de estimação preferidos são muito mais do que acreditamos:
1) Eles pegam nossas doenças
Em relação ao que nos faz mal, somos muito parecidos. Cerca de 6 milhões de cães são diagnosticados com câncer a cada ano. Eles também têm versões caninas de raras doenças humanas como uma neuronal que leva à incapacidade de caminhar ou controlar os músculos. Cachorros e humanos partilhando as mesmas doenças pode ser uma “boa” coisa: as pesquisas são mais fáceis de executar em animais, dando aos médicos um modelo da doença humana, e aos cães uma chance de cura.
2) Eles podem cheirar nossas doenças
Doenças como câncer, diabetes ou epilepsia podem ser detectadas por cães. Estudos mostram que os animais podem ser treinados para farejar câncer de pulmão, mama, pele, bexiga e próstata. Pesquisadores suspeitam que eles sentem “perfumes” extremamente tênues emitidos por células anormais. Eles também são muito usados para ajudar pessoas doentes. Pacientes com diabetes, por exemplo, cuja saúde pode ser prejudicada quando o açúcar aumenta em seu sangue, podem ser avisadas por cães (que detectam o odor destas flutuações) antes mesmo de sentir os sintomas. Também há casos relatados de cães que podem alertar pessoas epilépticas 45 minutos antes de um ataque começar.
3) Eles “pensam”
Segundo pesquisas, os cães podem ser tão inteligentes quanto crianças de 2 anos. Border collie é a raça de cães no topo da categoria “inteligência”, capaz de entender até 200 palavras. Os poodles, pastores alemães, Golden retrievers e Dobermans completam o “top cinco” de raças mais inteligentes. O popular labrador vem em sétimo. Raças de cães de caça mais antigas, como buldogues e beagles, estão entre os alunos mais lentos do mundo canino. Ao contrário de raças de cães mais novas, projetadas para o companheirismo e a sociabilidade, as raças mais velhas foram criadas para farejar e caçar, com mais músculos do que cérebro.
4) Eles podem nos deixar doentes
Cães podem transportar patógenos aos humanos. A raiva, uma doença neurológica fatal, é a mais famosa. Porém, vacinas exigidas por lei podem interromper sua disseminação. Em alguns casos, alimentos para cães podem causar intoxicação alimentar em humanos, graças à contaminação pela bactéria Salmonella. Agora, o mais apavorante de tudo é um estudo que descobriu que os seres humanos podem contrair a lombriga parasita Toxocara canis apenas através de um afago na pele de seus cães infectados. A lombriga, que cresce nos intestinos de cães, pode crescer na parte de trás do olho de seres humanos, causando cegueira. Também podem se alojar em fígados e pulmões humanos. Essas infecções são raras, ainda assim, veterinários alertam que a higiene é importante para os proprietários de cães; lavar as mãos antes das refeições e após brincar com seu animal de estimação é indispensável.
5) Eles também têm inveja
Estudos sugerem que os cães sabem quando não estão recebendo tratamento justo. Quando cachorros faziam tarefas e não ganhavam nada por isso, mas outros cães sim, os não recompensados começavam a ficar agitados, arranhando-se e evitando o olhar dos cães recompensados. Eles também param de fazer a tarefa muito mais rápido do que se estivessem sozinhos e não fossem recompensados. Porém, eles não são tão invejosos quanto nós: os animais não pareciam se importar se outros cães ganhavam salsicha, enquanto eles só ganhavam pão, e também não ligaram se um outro cão ganhava comida sem fazer nada enquanto eles tinham fazer truques. Ainda assim, as conclusões são boas evidências de que a inveja não é só coisa de primata.
6) Mas não se sentem culpados
Você pode ter sido muito injusto com seu cão. O fato é que, quando ele lhe dá aquele “olhar de pena”, não significa que ele esteja se sentindo culpado ou assumindo seu erro. Ele está apenas respondendo a sua repreensão. Quando os donos de cães repreendiam os animais por terem comido um lanche, eles olhavam com “cara de culpa” independentemente de terem mesmo ou não comido o lanche. Na verdade, os cães que foram injustamente acusados muitas vezes pareciam mais culpados. Ou seja, aquele olhar expressivo não significa nada, só que você está gritando com ele.
7) Cães dóceis vivem mais
Pesquisas afirmam que cães obedientes e de raças dóceis vivem mais. Os estudos compararam o uso de energia, as personalidades, as taxas de crescimento e a expectativa de vida de 56 raças de cães. Depois de controlar fatores como tamanho do corpo, os pesquisadores descobriram que raças agressivas viviam menos. Eles cresciam mais rapidamente, e tinham maiores necessidades de energia. Os resultados sugerem que, a procura de selecionar e cruzar raças com certa personalidade, os humanos inadvertidamente tocaram em características ligadas ao metabolismo e longevidade.
8 ) Eles são a raça de mamíferos mais diversa
Os cães apresentam uma incrível diversidade de forma corporal. Um estudo constatou que as diferenças entre os crânios de raças de cães são tão pronunciadas como as diferenças entre espécies de mamíferos completamente distintas. Um crânio de Collie, por exemplo, é tão diferente de um crânio de pequinês quanto o crânio de um gato é de uma de morsa. Toda esta diversidade faz dos cães uma espécie excelente para estudar genética.
9) Eles fazem parte da nossa vida social
No passado, as pessoas viam os animais como seres sagrados. O cão tinha um papel espiritual. O cão de três cabeças chamado Cérbero guardava o submundo do mito grego, enquanto os embalsamadores egípcios escolheram o deus cão Anúbis como seu patrono. No folclore maia, os cães levavam os mortos para sua vida no “além”. No Nepal, o Festival de Outono de Tihar tem um dia especial para honrar os cães com guirlandas de flores e alimentos. Hoje em dia, os cães são vistos como simples animais de estimação, porém muito populares e queridos. 80% dos proprietários de cães relataram que interagem com seus cães por mais de duas horas por dia. Muitos relatam que vêem seus animais de estimação como filhos. O melhor amigo do homem pode até mesmo trazer mais amigos aos seus donos. Um estudo de 2000 descobriu que andar com um cachorro pelo menos triplicou o número de interações sociais que uma pessoa tinha. Mais do que isso: os cães incitam contato social mesmo quando o animal parece feroz ou o proprietário não está bem vestido.
1) Eles pegam nossas doenças
Em relação ao que nos faz mal, somos muito parecidos. Cerca de 6 milhões de cães são diagnosticados com câncer a cada ano. Eles também têm versões caninas de raras doenças humanas como uma neuronal que leva à incapacidade de caminhar ou controlar os músculos. Cachorros e humanos partilhando as mesmas doenças pode ser uma “boa” coisa: as pesquisas são mais fáceis de executar em animais, dando aos médicos um modelo da doença humana, e aos cães uma chance de cura.
2) Eles podem cheirar nossas doenças
Doenças como câncer, diabetes ou epilepsia podem ser detectadas por cães. Estudos mostram que os animais podem ser treinados para farejar câncer de pulmão, mama, pele, bexiga e próstata. Pesquisadores suspeitam que eles sentem “perfumes” extremamente tênues emitidos por células anormais. Eles também são muito usados para ajudar pessoas doentes. Pacientes com diabetes, por exemplo, cuja saúde pode ser prejudicada quando o açúcar aumenta em seu sangue, podem ser avisadas por cães (que detectam o odor destas flutuações) antes mesmo de sentir os sintomas. Também há casos relatados de cães que podem alertar pessoas epilépticas 45 minutos antes de um ataque começar.
3) Eles “pensam”
Segundo pesquisas, os cães podem ser tão inteligentes quanto crianças de 2 anos. Border collie é a raça de cães no topo da categoria “inteligência”, capaz de entender até 200 palavras. Os poodles, pastores alemães, Golden retrievers e Dobermans completam o “top cinco” de raças mais inteligentes. O popular labrador vem em sétimo. Raças de cães de caça mais antigas, como buldogues e beagles, estão entre os alunos mais lentos do mundo canino. Ao contrário de raças de cães mais novas, projetadas para o companheirismo e a sociabilidade, as raças mais velhas foram criadas para farejar e caçar, com mais músculos do que cérebro.
4) Eles podem nos deixar doentes
Cães podem transportar patógenos aos humanos. A raiva, uma doença neurológica fatal, é a mais famosa. Porém, vacinas exigidas por lei podem interromper sua disseminação. Em alguns casos, alimentos para cães podem causar intoxicação alimentar em humanos, graças à contaminação pela bactéria Salmonella. Agora, o mais apavorante de tudo é um estudo que descobriu que os seres humanos podem contrair a lombriga parasita Toxocara canis apenas através de um afago na pele de seus cães infectados. A lombriga, que cresce nos intestinos de cães, pode crescer na parte de trás do olho de seres humanos, causando cegueira. Também podem se alojar em fígados e pulmões humanos. Essas infecções são raras, ainda assim, veterinários alertam que a higiene é importante para os proprietários de cães; lavar as mãos antes das refeições e após brincar com seu animal de estimação é indispensável.
5) Eles também têm inveja
Estudos sugerem que os cães sabem quando não estão recebendo tratamento justo. Quando cachorros faziam tarefas e não ganhavam nada por isso, mas outros cães sim, os não recompensados começavam a ficar agitados, arranhando-se e evitando o olhar dos cães recompensados. Eles também param de fazer a tarefa muito mais rápido do que se estivessem sozinhos e não fossem recompensados. Porém, eles não são tão invejosos quanto nós: os animais não pareciam se importar se outros cães ganhavam salsicha, enquanto eles só ganhavam pão, e também não ligaram se um outro cão ganhava comida sem fazer nada enquanto eles tinham fazer truques. Ainda assim, as conclusões são boas evidências de que a inveja não é só coisa de primata.
6) Mas não se sentem culpados
Você pode ter sido muito injusto com seu cão. O fato é que, quando ele lhe dá aquele “olhar de pena”, não significa que ele esteja se sentindo culpado ou assumindo seu erro. Ele está apenas respondendo a sua repreensão. Quando os donos de cães repreendiam os animais por terem comido um lanche, eles olhavam com “cara de culpa” independentemente de terem mesmo ou não comido o lanche. Na verdade, os cães que foram injustamente acusados muitas vezes pareciam mais culpados. Ou seja, aquele olhar expressivo não significa nada, só que você está gritando com ele.
7) Cães dóceis vivem mais
Pesquisas afirmam que cães obedientes e de raças dóceis vivem mais. Os estudos compararam o uso de energia, as personalidades, as taxas de crescimento e a expectativa de vida de 56 raças de cães. Depois de controlar fatores como tamanho do corpo, os pesquisadores descobriram que raças agressivas viviam menos. Eles cresciam mais rapidamente, e tinham maiores necessidades de energia. Os resultados sugerem que, a procura de selecionar e cruzar raças com certa personalidade, os humanos inadvertidamente tocaram em características ligadas ao metabolismo e longevidade.
8 ) Eles são a raça de mamíferos mais diversa
Os cães apresentam uma incrível diversidade de forma corporal. Um estudo constatou que as diferenças entre os crânios de raças de cães são tão pronunciadas como as diferenças entre espécies de mamíferos completamente distintas. Um crânio de Collie, por exemplo, é tão diferente de um crânio de pequinês quanto o crânio de um gato é de uma de morsa. Toda esta diversidade faz dos cães uma espécie excelente para estudar genética.
9) Eles fazem parte da nossa vida social
No passado, as pessoas viam os animais como seres sagrados. O cão tinha um papel espiritual. O cão de três cabeças chamado Cérbero guardava o submundo do mito grego, enquanto os embalsamadores egípcios escolheram o deus cão Anúbis como seu patrono. No folclore maia, os cães levavam os mortos para sua vida no “além”. No Nepal, o Festival de Outono de Tihar tem um dia especial para honrar os cães com guirlandas de flores e alimentos. Hoje em dia, os cães são vistos como simples animais de estimação, porém muito populares e queridos. 80% dos proprietários de cães relataram que interagem com seus cães por mais de duas horas por dia. Muitos relatam que vêem seus animais de estimação como filhos. O melhor amigo do homem pode até mesmo trazer mais amigos aos seus donos. Um estudo de 2000 descobriu que andar com um cachorro pelo menos triplicou o número de interações sociais que uma pessoa tinha. Mais do que isso: os cães incitam contato social mesmo quando o animal parece feroz ou o proprietário não está bem vestido.
Algumas Dicas De Adestramentos
Já aconteceu alguma destas coisas com você?
Se você é como eu era antes de começar a estudar a mente dos cachorros, então alguma destas situações provavelmente já aconteceu com você... provavelmente muitas vezes.
E o que é pior, você não está vendo saída. Nada que você tenta está funcionando e você sabe que se você não tomar uma atitude, essa situação nunca vai melhorar.
Você não tem culpa por não estar conseguindo se entender com seu cão! A mente deles é totalmente diferente da nossa!
E o mais legal sobre esse método é que qualquer um pode fazer em casa. Funciona com cães de todas as raças e todas as idades.
Você não precisa ser adestrador profissional nem "Encantador de Cachorros" como esses da TV. O método funciona, é simples, voce aprende rapidinho e seu cachorro mais ainda.
Deixa eu te contar como funciona o reforço positivo:
Os métodos antigos de adestramento usavam a punição como forma de evitar um comportamento indesejado. Por exemplo, se o cachorro sai puxando a coleira na frente, ele vai ser sufocado pelo enforcador. Se o cachorro faz xixi no lugar errado, eles batem com jornal enrolado, etc.
Você sabe como é, eles ensinam o cachorro a ter medo de repetir aquele comportamento.
O reforço positivo é o oposto. O conceito é muito simples:
Ao invés de punir seu cão por fazer algo errado, você o recompensa por fazer as coisas certas, usando elogios, carinho e petiscos.
Seu cachorro vai aprender a fazer as coisas certas e vai querer fazê‐las porque ele sabe que são elas que te fazem feliz e daí você o recompensa.
Agora, você precisa ensinar seu cachorro a identificar exatamente quando você aprova alguma coisa que ele fez, e é esse comportamento que você quer que ele aprenda.
Então no exato momento que ele fez o comportamento desejado, você vai comunicar isso a ele usando uma palavra‐comando que o cachorro vai saber identificar, seguido de um reforço. Toda vez que ele realizar aquilo que você quiser que ele faça, você reforça positivamente. Assim é o REFORÇO POSITIVO.
Aprenda os TRÊS PASSOS SIMPLES do adestramento:
1) Você estimula seu cão a fazer o comportamento desejado
Por ex: sentar, ficar no lugar, usar o banheiro, ficar quieto (não latir),...
2) Você introduz a palavra-comando
Associando o comportamento com o comando pré-estabelecido
3) Você reforça positivamente (sem nunca gritar, bater ou punir)
Ensinando-o a querer repetir o comportamento desejado para você.
Reforço positivo serve também para substituir um mau comportamento por um bom comportamento.
O que você faz é se concentrar naquilo que você quer que ele faça, e não naquilo que você quer que ele não faça. Por exemplo, se o cachorro morde seus sapatos e móveis, dê a ele brinquedos que ele possa morder que tenham texturas semelhantes àqueles que ele gosta. Você o ensina a morder os brinquedos dele e não os seus.
• O maior erro que as pessoas cometem ao tentar educar seus cachorros... e como isso pode tornar o seu cachorro muito mais difícil de treinar
• A razão principal que motiva os cachorros... e como usar esta motivação para adestrar o seu.
• O método simples e poderoso de reforço positivo que possibilita que qualquer um faça o adestramento e faz seu cachorro QUERER te obedecer
Não há uso de violência, nem punição de nenhum tipo, muito menos gritar ou bater no seu cachorro. Você não vai precisar porque seu cachorro vai ficar feliz em te obedecer.
O que a maioria das pessoas não sabe é que os cachorros são programados a obedecer o líder, por causa de seu instinto de viver em matilhas. E quando você aprender a mostrar SUA liderança para ele, você vai ensiná-lo a querer te obedecer também.
Aprenda os TRÊS PASSOS SIMPLES do adestramento:
1) Você estimula seu cão a fazer o comportamento desejado
Por ex: sentar, ficar no lugar, usar o banheiro, ficar quieto (não latir),...
2) Você introduz a palavra-comando
Associando o comportamento com o comando pré-estabelecido
3) Você reforça positivamente (sem nunca gritar, bater ou punir)
Ensinando-o a querer repetir o comportamento desejado para você.
fim de post.
Se você é como eu era antes de começar a estudar a mente dos cachorros, então alguma destas situações provavelmente já aconteceu com você... provavelmente muitas vezes.
E o que é pior, você não está vendo saída. Nada que você tenta está funcionando e você sabe que se você não tomar uma atitude, essa situação nunca vai melhorar.
Você não tem culpa por não estar conseguindo se entender com seu cão! A mente deles é totalmente diferente da nossa!
E o mais legal sobre esse método é que qualquer um pode fazer em casa. Funciona com cães de todas as raças e todas as idades.
Você não precisa ser adestrador profissional nem "Encantador de Cachorros" como esses da TV. O método funciona, é simples, voce aprende rapidinho e seu cachorro mais ainda.
Deixa eu te contar como funciona o reforço positivo:
Os métodos antigos de adestramento usavam a punição como forma de evitar um comportamento indesejado. Por exemplo, se o cachorro sai puxando a coleira na frente, ele vai ser sufocado pelo enforcador. Se o cachorro faz xixi no lugar errado, eles batem com jornal enrolado, etc.
Você sabe como é, eles ensinam o cachorro a ter medo de repetir aquele comportamento.
O reforço positivo é o oposto. O conceito é muito simples:
Ao invés de punir seu cão por fazer algo errado, você o recompensa por fazer as coisas certas, usando elogios, carinho e petiscos.
Seu cachorro vai aprender a fazer as coisas certas e vai querer fazê‐las porque ele sabe que são elas que te fazem feliz e daí você o recompensa.
Agora, você precisa ensinar seu cachorro a identificar exatamente quando você aprova alguma coisa que ele fez, e é esse comportamento que você quer que ele aprenda.
Então no exato momento que ele fez o comportamento desejado, você vai comunicar isso a ele usando uma palavra‐comando que o cachorro vai saber identificar, seguido de um reforço. Toda vez que ele realizar aquilo que você quiser que ele faça, você reforça positivamente. Assim é o REFORÇO POSITIVO.
Aprenda os TRÊS PASSOS SIMPLES do adestramento:
1) Você estimula seu cão a fazer o comportamento desejado
Por ex: sentar, ficar no lugar, usar o banheiro, ficar quieto (não latir),...
2) Você introduz a palavra-comando
Associando o comportamento com o comando pré-estabelecido
3) Você reforça positivamente (sem nunca gritar, bater ou punir)
Ensinando-o a querer repetir o comportamento desejado para você.
Reforço positivo serve também para substituir um mau comportamento por um bom comportamento.
O que você faz é se concentrar naquilo que você quer que ele faça, e não naquilo que você quer que ele não faça. Por exemplo, se o cachorro morde seus sapatos e móveis, dê a ele brinquedos que ele possa morder que tenham texturas semelhantes àqueles que ele gosta. Você o ensina a morder os brinquedos dele e não os seus.
• O maior erro que as pessoas cometem ao tentar educar seus cachorros... e como isso pode tornar o seu cachorro muito mais difícil de treinar
• A razão principal que motiva os cachorros... e como usar esta motivação para adestrar o seu.
• O método simples e poderoso de reforço positivo que possibilita que qualquer um faça o adestramento e faz seu cachorro QUERER te obedecer
Não há uso de violência, nem punição de nenhum tipo, muito menos gritar ou bater no seu cachorro. Você não vai precisar porque seu cachorro vai ficar feliz em te obedecer.
O que a maioria das pessoas não sabe é que os cachorros são programados a obedecer o líder, por causa de seu instinto de viver em matilhas. E quando você aprender a mostrar SUA liderança para ele, você vai ensiná-lo a querer te obedecer também.
Aprenda os TRÊS PASSOS SIMPLES do adestramento:
1) Você estimula seu cão a fazer o comportamento desejado
Por ex: sentar, ficar no lugar, usar o banheiro, ficar quieto (não latir),...
2) Você introduz a palavra-comando
Associando o comportamento com o comando pré-estabelecido
3) Você reforça positivamente (sem nunca gritar, bater ou punir)
Ensinando-o a querer repetir o comportamento desejado para você.
fim de post.
Cães que latem demais
Há certos cães que, sem dúvida, abusam do direito de latir. Latem o tempo todo, ou a noite inteira, atrapalhando nossas vidas e irritando vizinhos. Não existe um único motivo que cause esse problema. Existem também muitos cães de guarda que têm esse comportamento. Rros são os pastores-alemães e os schnauzers, por exemplo, que não façam barulho quando chega alguém estranho. O schnauzer do jornalista Paulo Henrique Amorim, por exemplo, ficou famoso por evitar que uma quadrilha, que assaltava o prédio, entrasse no apartamento. O cachorrinho não parava de latir.
Há cães, no entanto, que aprendem a latir. É possível que eles peçam latindo para entrar em casa, para ganhar comida, para sair de casas. é a comunicação que se estabelece entre o cão e seu dono.
Outra situação comum é a do cão que late para conseguir a atenção de seu dono. Esse comportamento ocorre tanto em cães muito dominantes, como em cães muito carentes. Não é raroouvir tantos relatos de cães que começam a latir assim que seu dono atende ao telefone. Isso porque existem cãezinhos que querem atenção o tempo todo.
Bichanos parte 2
Caninos e felinos na mira !
Carrapato-vermelho-do-cão, guarde esse nome! a praga é típica de gatos e cachorros. Ficam escondidos nas orelhas e no coxim plantar do animal - amortecedor da extremidade dos membros posteriores -, também conhecido como "almofada". Esses parasitas transmitem doenças como erliquiose e babesiose, que provocam anemia e podem levar o bichinho ao fim da vida se não forem tratadas sob os cuidados de um veterinário. Evite a praga deixando limpo o animal e o local onde vive.
Gravidez imaginária
Já ouviu falar em pseudociese? Trata-se de uma gravidez psicológica em animais em que a fêmea apresenta sintomas físicos e mentais típicos do momento. Nesta condição, há um aumento do nível de progesterona, hormônio responsável pela produção do leite. O vestre pode (ou não) aumentar de volume e em alguns casos a fêmea se comporta como se estivesse em trabalho de parto. A gravidez psicológica pode durar dois meses, o mesmo período de uma gestação normal de gatas e cadelas. Para evitá-la, uma das opções é castrar o animal.
Carrapato-vermelho-do-cão, guarde esse nome! a praga é típica de gatos e cachorros. Ficam escondidos nas orelhas e no coxim plantar do animal - amortecedor da extremidade dos membros posteriores -, também conhecido como "almofada". Esses parasitas transmitem doenças como erliquiose e babesiose, que provocam anemia e podem levar o bichinho ao fim da vida se não forem tratadas sob os cuidados de um veterinário. Evite a praga deixando limpo o animal e o local onde vive.
Gravidez imaginária
Já ouviu falar em pseudociese? Trata-se de uma gravidez psicológica em animais em que a fêmea apresenta sintomas físicos e mentais típicos do momento. Nesta condição, há um aumento do nível de progesterona, hormônio responsável pela produção do leite. O vestre pode (ou não) aumentar de volume e em alguns casos a fêmea se comporta como se estivesse em trabalho de parto. A gravidez psicológica pode durar dois meses, o mesmo período de uma gestação normal de gatas e cadelas. Para evitá-la, uma das opções é castrar o animal.
Bichanos
Hora do banho !
Qual dono não gosta de ver seu cãozinho limpo e cheiroso? o banho é essencial para a higiene dos caninos, e transformar esse momento em algo carinhoso e agradável, a Pet Mais trata e hidrata os pêlos dos dos bichanos de uma forma ecologicamente correta. Primeiro é aplicado o Catalisador Biológo na pelugem seca do cão, que desprende toda a sujeira e elimina várias etapas do banho comum, com uma economia de até 66% de água. Após a aplicação do xampu e condicionador com extratos botânicos, o cãozinho ainda recebe um perfume para ficar cheiroso, cheiroso.
Eita soninho bom !

Eles correm sem parar atrás dos donos e, no final do dia, estão exaustos de tanto brincar. Assim como os humanos, os cães também precisam dormir para descansar e repor as energias. Mas, será que eles também sonham?Sim. Sabe-se que os caninos desenvolvem atividades cerebrais semelhantes aos humanos. Em média, dormem de oito a dez horas por dia. Em alguns pets, acredita-se que os sonhos podem ser lembrenças da infâcia, devido ao movimento que fazem com a boca, como se estivessem mamando.
Eita soninho bom !

Eles correm sem parar atrás dos donos e, no final do dia, estão exaustos de tanto brincar. Assim como os humanos, os cães também precisam dormir para descansar e repor as energias. Mas, será que eles também sonham?Sim. Sabe-se que os caninos desenvolvem atividades cerebrais semelhantes aos humanos. Em média, dormem de oito a dez horas por dia. Em alguns pets, acredita-se que os sonhos podem ser lembrenças da infâcia, devido ao movimento que fazem com a boca, como se estivessem mamando.
Castrar faz bem ao animal?
Sim. As fêmeas diminuem o risco de desenvolver tumor de mama e de útero. Os machos mudam de comportamento depois da cirusgia, demarcam menos o território, ficam menos agressivos e dominantes. Se os donos optarem por não castrar, é importante ressaltar que o animal, obrigatoriamente, precisa cruzar. Nesse caso, aconselha-se que a fêmea procrie uma ou duas vezes ao longo da vida.
Cachorrinhos Mania: Preparando Para O Primeiro Passeio
Nessa semana, o Espaço do Filhote vai falar sobre como preparar o cãozinho para o primeiro passeio. E quando surge esse assunto, uma dúvida também aparece: começar em casa ou na rua?
Como alguns já sabem, os filhotes não podem sair “andando”, “pisando” na rua, muito menos ter contato com outros animais enquanto não completar todas as suas vacinas, mas, sim, o cachorro pode sair no colo para se acostumar com barulho, com as pessoas as movimentações e etc... Isso faz parte da sociabilização que já foi assunto de vários artigos aqui no blog.
Enquanto isso, o treino do passeio em si começa dentro de casa mesmo. Primeiramente, é preciso acostumar o cachorrinho com a coleira, que é um material de segurança que deve estar sempre no pescoço do animal. É recomendado pendurar uma medalha com a identificação – nome do cão, telefones do dono. Para iniciar o treinamento, segure a coleira e o petisco juntos um em cada mão, segure a recompensa e incentive o seu cachorro colocar a cabeça dentro da coleira. Quando ele colocar, recompense o filhote. Não coloque o equipamento a força. Preste atenção no tamanho da coleira, pois seu filhote cresce rápido e ela não pode ficar apertada, e nem muito larga, o correto é o espaço de um dedo entre o animal e a coleira.
Procure fazer este treino várias vezes até que o animal se acostume com o equipamento e não tente tirar a coleira.
A guia deve ser de um material resistente e leve, vamos estimular com petiscos. Encaixe a guia na coleira e inicie o passeio dentro de casa mesmo. Nunca puxe o cachorro, para não criar uma situação desagradável. Estimule o filhote a andar do seu lado, oferecendo sempre uma recompensa pelo bom comportamento. Ande em linha reta, gire, ande mais um pouco... Sempre recompensando o animal por andar junto, com um petisco ou um brinquedo. Quando ele estiver craque procure fazer outros percursos, vá ate cozinha, de uma volta no quintal, sempre oferecendo recompensas.
Depois de o filhote ter tomado todas as vacinas, aí sim, ele pode ir para rua com você. Dê continuidade nos treinos e lembre-se: não puxar a guia e recompense sempre o animal pelo bom comportamento. Desta forma seu cão e você poderão sair com segurança e desfrutar melhor do passeio.
Cães em apartamentos:dicas para fazer enriquecimento ambiental
Quando moramos numa casa espaçosa, ter um cão parece ser mais fácil... Ele pode correr pela casa, correr pelo quintal ou pelo jardim... Mas para quem mora em apartamento, nem sempre as condições de espaço são tão favoráveis para o cão.
Por isso, para criar um cão em um apartamento, é importante levar em consideração alguns fatores como passeios mais frequentes e enriquecimento ambiental, para proporcionar mais qualidade de vida e bem-estar de ao animal. Cães precisam se exercitar para gastar energia. E além do mais precisam de companhia. Pois a espécie vive em matilha e cachorros são sociáveis, ou seja, não gostam de ficar sozinhos por muito tempo.
Quando o cão começa a se sentir confinado, sem possibilidades de gastar sua energia, e principalmente quando passa muito tempo sozinho, alguns problemas começam a surgir como excesso de latidos, uivos, destruição de móveis, estresse, ansiedade, depressão e comportamentos repetitivos, como andar de um lado para outro, correr atrás do rabo ou ainda correr em círculos.
Uma maneira de solucionar ou evitar tais problemas comportamentais é fazer um enriquecimento ambiental para o cão. Isso significa oferecer estímulos que promovem a expansão do comportamento adequado a cada animal. Quando promovemos um ambiente estimulante, favorecemos o bem-estar psíquico e fisiológico do cachorro, além de tirá-lo da monotonia, deixando-o muito mais feliz e saudável.
Existem algumas maneiras fáceis de entreter o cachorro na ausência do dono, ou quando este não tiver disponibilidade para lhe dar atenção, mas antes devemos lembrar que o cão deve ficar em local arejado, com luz, espaço para se exercitar, comer e fazer suas necessidades. Estas devem ficar longe do pote de água e comida.
• Busca por Alimento – esconder petiscos e deixar que o cão vá procurá-los. Com o tempo ele fará uma verdadeira “caça ao petisco” pelo apartamento, na esperança de encontrar algo muito apetitoso. Procure com o passar do tempo modificar os “esconderijos” e tornar a busca mais difícil gradualmente;
• Gelo – congelar alguns pedaços de petiscos dentro de tigelas ou embalagens com água, também pode proporcionar diversão, principalmente nos dias de calor e para os cães que estão trocando os dentes;
•Garrafa Pet com petiscos – faça furos laterais numa garrafa pet vazia, coloque alguns pedaços de ração ou petiscos. Conforme o cachorro vai rodando e empurrando a garrafa, os pedaços que estão dentro cairão pouco a pouco. Inicialmente faça buracos maiores facilitando a saída da comida e depois diminua os furos para dificultar. O mesmo pode ser feito com caixas de ovos ou caixas de papelão. Existem também no mercado vários brinquedos de formas, tamanhos e texturas diferentes que liberam alimentos;
• Roer e Destruir – talvez estas atividades sejam as que mais entretém os cachorros. Muitos gostam do desafio de arrancar pedaços de um bichinho de pelúcia, afinal a sensação é a mesma de quando caçam e comem a sua presa. Despedaçar uma bola, destruir um coco verde também é um excelente passatempo para eles. Não se incomode se ele destruir todos os brinquedos que tiver. Este é um sinal de que adorou o brinquedo e de que esta bastante feliz com ele. Mesmo que a destruição dos brinquedos seja algo positivo para o cão, tome muito cuidado para que ele não engula objetos que possam causar obstrução gástrica ou possam machucá-lo. Os ossinhos também são uma ótima pedida!
• Brinquedos em geral – existem milhares de tipos diferentes de brinquedos a venda no mercado. Mas os melhores brinquedos são os indestrutíveis e interativos, confeccionados de borracha, que duram mais e não se despedaçam;
• Sociabilização – um dos enriquecimentos mais completos para os cachorros, é estar em companhia de outros cães. Eles brincam entre si, testam forças e se estimulam. Relacionar-se com outras espécies, como gatos, e também com os humanos é muito importante;
• Esconde-esconde – quando estiver em casa, e quiser participar das brincadeiras com seu cão, brincar de esconde-esconde também é uma ótima atividade para ele;
• Esportes – permitir que o cão pratique esportes, como agility, freestyle, frisbee, natação, entre outros, também é uma boa opção de atividade em um ambiente externo.
Esses são alguns dos muitos exemplos de enriquecimento ambiental que podemos proporcionar aos cães. Todo tipo de brincadeira é muito importante para a saúde física e mental, não só dos animais, mas das pessoas também. Brincar ajuda a enfrentar o mundo, ajuda a estabelecer vínculos e aceitar regras sociais e morais, e uma ótima maneira de relaxar.
Assim, aos donos de cães que vivem em apartamentos, o mais valioso é assumir o compromisso de proporcionar a eles um ambiente que atenda suas necessidades e que estimule o seu bem-estar físico e mental.
Como montar banheirinho para cão
O primeiro passo para ensinar seu cachorro a fazer as necessidades no lugar certo é escolher o local com cuidado. Por instinto, o cãozinho desde filhote se afasta da mãe e dos irmãos para fazer as necessidades, mesmo que por pouco tempo. Ele também procura um lugar absorvente. Sabendo desses comportamentos, o ambiente escolhido deve então ficar longe da caminha, da água e da comida dele. Também devemos observar para não deixar esse banheirinho onde o cão gosta de se deitar e de esperar pelas pessoas, ou seja, próximo das portas. Dê preferência para as extremidades da casa, não coloque o banheiro, por exemplo, no meio da sala, que é onde você brinca com o cãozinho, se nessa sala tiver uma varanda, monte lá esse banheirinho.
É comum ouvirmos reclamações que os cães fazem as necessidades no tapete, no sofá e, às vezes, até na cama dos donos. Mas eles fazem isso por instinto, pois eles procuram um lugar que absorva rápido o xixi. Por isso acabam escolhendo esses objetos da casa.
Os banheiros ideais podem ser de jornal, tapetes higiênicos, cones ou um espaço com grama. Todas essas são ótimas opções, então como decidir qual a melhor para você, seu cão e sua casa? Lembre-se de alguns detalhes, como o espaço, que deve ser suficiente para o cão dar as famosas voltinhas, deve ser prático para você limpar, e assim a melhor opção é você e o cão quem vão decidir.
Você pode pensar, “então vou ensinar o meu cachorro a fazer as necessidades somente na rua”, mas essa é uma decisão que precisa ser muito bem pensada, pois alguns cães podem se recusar a fazer as necessidades em casa, e isso pode gerar diversos problemas, pois o cão pode ficar segurando o xixi por tanto tempo esperando alguém para poder sair com ele, chegando até a chorar de tão apertado. Segurar as necessidades por muito tempo pode causar problemas fisiológicos no animal. Os passeios devem, sim, fazer parte da rotina, mas é preciso que você tenha a liberdade de saber que quando estiver chovendo muito forte, quando você tiver algum compromisso e precisar chegar mais tarde em casa, ou mesmo quiser dormir mais um pouquinho, que seu amigão vai estar bem.
Local do banheiro escolhido e preparado, agora vamos ensiná-lo usar. Esqueça aquela história de esfregar o focinho do cão no xixi ou cocô e depois no lugar certo, isso não funciona!
Não dê bronca se ele errar, ele pode interpretar errado e achar que ele não pode fazer xixi na sua frente e não que aquele lugar está errado. Isso atrapalha o treinamento, alguns cães podem começar a se esconder para fazer as necessidades. Limpe o lugar errado com produto neutralizador de odores e de preferência não na frente dele.
Filhotes não conseguem segurar as necessidades por muito tempo, então nesta fase prepare mais de um banheirinho para que ele consiga chegar ao lugar certo a tempo.
Fique atento, depois que o cachorro acorda, depois de comer e antes de dormir, ele deve ser levado até o banheiro e quando acertar deve ganhar muitos elogios e uma recompensa, reforço positivo sempre e ele vai aprender bem rápido. Rotina é muito importante no aprendizado, assim, em pouco tempo ele estará usando o banheirinho corretamente.
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