sábado, 8 de junho de 2013

Cães Heróis

Bom gnt as aulas começaram e agora vai ficar difícil de ficar postando aqui no blog, mas quando eu tiver um tempinho vago eu post, infelizmente nem todo fds eu tô livre pq eu vou começar o curso de inglês mas hoje dá e eu vou postar aqui sobre alguns cães-heróis alguns sobreviveram outros não só para salvar a vida de seus donos !


Para a empresária Adriana Sandonati, dona de um cemitério para animais de estimação na Grande São Paulo, só há um herói no mundo: o cocker spaniel Set, que foi resgatado da rua por ela quando ainda era um filhote.

Adriana conta que, há cinco anos, estava dirigindo com Set no carro quando foi abordada por um motoqueiro que anunciou o assalto e enfiou a mão pela janela da motorista. Segundo Adriana, o cachorro mordeu a mão do assaltante, que se afastou do carro. Não satisfeito, Set pulou para fora do carro pela janela e foi em cima do assaltante. “Nessa hora, ele foi atropelado por um carro”, relembra, Adriana, emocionada.
“Aconteceu tudo muito rápido, mas até hoje sou orgulhosa por ele ter me protegido”, afirma. Por ter se sacrificado para salvar a dona, Set ganhou um porta-retrato em local visível na recepção do cemitério.






Cães heróis do 11 de Setembro
Infelizmente, o dia 11/09/2001 ficou marcada na história mundial como o dia que retrata o que de pior o ser humano é capaz de fazer. O 11 de Setembro impactou o planeta de forma tão intensa que muita gente perdeu de vez a fé na humanidade. Entre escombros e destroços, lembranças apagavam-se e vidas esvaiam-se... dentre os entulhos, um grupo especial de trabalhadores, incapazes de pensar tamanha maldade como a que presenciavam, arriscavam-se chegando mais longe do que qualquer humano poderia. Eram os cães de busca e resgate.
O The Dog Files fez um vídeo homenageando estes ilustres salva-vidas. O texto está em inglês, mas segue aqui a tradução.

Terroristas assumem dois aviões cheios de passageiros e atingem o World Trade Center.
Em algumas horas, ambas torres desmoronam.
Mais de 10.000 homens e mulheres trabalham nos resgates da vítimas, a maior mobilização de emergência da história dos EUA.
300 desses heróis eram cães.
No meio do inferno na Terra, os cães foram ao trabalho. Eles procuraram dia e noite por sobreviventes. E quando ficou claro que não havia mais ninguém vivo, eles voltaram para encontrar os corpos das vítimas e darem conforto às famílias angustiadas.
Eles ficaram do nosso lado, quando tudo parecia perdido.
Eles foram onde era impossível um humano chegar.
Trabalhando com obediência.
Procurando sem descanso.
Se arriscando.
E confortando, confortando e confortando de novo.
E tudo que eles pediram em troca foi um pouco de descanso. Sempre que fosse possível, em qualquer lugar que pudessem.
Eles são os cães de resgate da América e estaremos sempre em dívida com eles.

Jake
Jake, um cão labrador preto, trabalhou nos escombros do World Trade Center atrás de sobreviventes, em 2001, e também participou das buscas em Nova Orleans , depois que o Furacão Katrina devastou a cidade, em 2005. Nas horas vagas, Jake ainda arrumava tempo para brincar com crianças vítimas de queimaduras e idosos em casas assistenciais, além de ensinar outros cães a farejar. O cão foi abandonado quando tinha apenas 10 meses. A americana Mary Flood o encontrou em uma rua perto de casa muito maltratado e com a pata quebrada. Assim que ficou bom, Jake entrou para o treinamento de cães de resgate e se tornou um dos 200 cachorros da equipe de busca e salvamento certificada pelo governo dos Estados Unidos. O "emprego" exigia disponibilidade total dos animais para trabalhar em todo o tipo de desastre e a qualquer horário. O cão herói morreu em 25 de julho, aos 12 anos, vítima de câncer.

Hachiko
No Japão, o cachorro Hachiko todo dia acompanhava seu dono, o professor Ueno Eizaburo, até uma estação de trem. De lá o professor seguia para a Universidade de Tóquio e Hachico voltava para casa. Às 15 horas, quando Ueno retornava, o cachorro já estava na estação esperando por ele. No ano de 1925, o professor morreu, mas o bichinho não sabia e continuou esperando o dono. Pessoas começaram a visitar o local só para ver Hachico, que permaneceu na estação por 12 anos, até morrer. Os japoneses ergueram uma estátua no local para homenagear a fidelidade do cão.

Cão malaio
Apesar de não ter interferido diretamente, esse cãozinho impediu seu dono de cometer suicídio. Um morador de Kuala Lumpur (Malásia), que havia acabado de perder seu emprego, estava prestes a pular de uma ponte quando foi avisado que seu animal estava morrendo sufocado. Isso fez com que recuasse e desistisse de tentar a morte. O caso ocorreu em 6 de setembro de 2005.
Catita
A vira-lata Catita salvou seus donos, duas crianças, do ataque de um feroz pitbull no Rio de Janeiro, em fevereiro de 1999. Ela deixou os filhotes e correu para acudir os meninos. Acabou perdendo um pedaço da orelha, mas conseguiu afastar o outro cachorro.
Choop
O Bernese Mountain foi utilizado em sessões de fisioterapia assistida para idosos. Ele participava dos exercícios e, segundo os médicos que acompanhavam o programa, contribuiu largamente para que os participantes tivessem melhoras tanto físicas quanto emocionais e psicológicas.
D-Boy
Mesmo baleado, D-Boy não desistiu - o cachorro continuou atacando o assaltante que invadiu a casa de sua dona, em Oklahoma City, nos Estados Unidos. D-Boy foi atingido 3 vezes pelo ladrão, mas a valentia do cachorro acabou desestimulando o criminoso, que fugiu sem levar nada. D-Boy sobreviveu. O caso aconteceu em dezembro de 2008.
Dick
Dick era um pastor alemão da polícia militar que em 1956 ajudou a encontrar um menino de 4 anos que havia sido seqüestrado. Cheirou o travesseiro do garoto e conseguiu levar a polícia até o cativeiro. Dick foi homenageado, sendo promovido de soldado raso a cabo pelo então governador Jânio Quadros e ganhou um busto de bronze no canil da Polícia Militar.
Diogo
O pastor-alemão, membro da Polícia Militar, salvou um grupo de 11 crianças e adolescentes evangélicos que se perderam na Serra do Mar, em São Bernardo do Campo (SP). Fazia dois dias que os garotos passavam frio e fome, isolados na mata fechada.
Faith
A rottweiler salvou a vida de sua dona ao ligar para o serviço de emergência depois que ela teve um ataque epilético. Na verdade, a cadela da norte-americana Leana Beasley recebeu treinamento para ajudá-la. O animal aprendeu a identificar mudanças na química do corpo da moça, ligar a tecla rápida para chamar socorro e ainda esperar o resgate na porta da casa.


Após se chocar contra um iceberg, o famoso navio afundou, matando mais de 1.500 pessoas e também alguns animais.
Nas celebrações desse triste centenário, uma exposição inédita revela a história de 12 cães que embarcaram no Titanic em 1912, segundo informações do site norte-americano Huffington Post. Todos os animais pertenciam a passageiros da primeira classe.
O historiador responsável pela exposição, Joseph Edgette, quer, por meio da exposição, explorar os laços de cumplicidade que existiam entre mascotes que viajaram na embarcação e seus donos.
— Eu não acho que qualquer exposição sobre o Titanic tenha examinado esse relacionamento e reconhecido a importância dos animais de estimação que também perderam suas vidas no cruzeiro.
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Pelo menos nove cães morreram quando o Titanic afundou, mas a exposição destaca três que sobreviveram ao desastre. Eram dois spitz alemão e um pequinês.
— Os cachorros sobreviventes eram tão pequenos que ninguém poderia ter percebido sua presença nos botes salva-vidas.
Margaret Hays Bechstein, uma nova-iorquina de 24 anos, se agarrou a sua spitz, chamada Lady, ao se dirigir para o o bote 7, salvando não só sua vida, mas também da mascotinha.
Não se sabe o nome do outro cão da raça spitz que sobreviveu ao naufrágio. Ele era o pet dos magnatas americanos Martin Rothschild e Elizabeth Jane Anne Rothschild. O marido acabou morrendo na tragédia, mas Elizabeth conseguiu embarcar no bote 6 com seu cachorrinho escondido.

A tripulação do Carpathia, navio que resgatou os sobreviventes do Titanic, inicialmente se recusou a levá-la a bordo com o animal, mas acabou mudando de ideia.

Para completar, Sun Yat-Sen era o pequinês dos herdeiros da editora Harper & Row. Marido, esposa e um artista que acompanhava o casal conseguiram entrar no bote 3. Segundo Henry Harper, nenhuma das pessoas a bordo fez qualquer objeção à presença do cão.
Vários cachorros que morreram a bordo nunca foram identificados, por isso é difícil calcular ao certo quantos animais estavam no navio. Uma das passageiras, Ann Elizabeth Isham, 50, ficou famosa depois de ter se recusado a deixar o Titanic sem seu cachorro, que seria grande demais para ser colocado no bote salva-vidas.

O corpo de Isham junto de seu cão foi encontrado flutuando no mar dias depois.
Alguns passageiros que deixaram seus animais para trás receberam algum consolo. Eles recebiam uma quantia em dinheiro, uma espécie de seguro de vida.
A exposição dos pets do Titanic acontece na Universidade de Widener, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, até dia 12 de maio.

Quando a escritora Karen O’Toole foi a Nova Orleans um dia após a passagem do Furacão Katrina, em agosto de 2005, sua intenção era ajudar os milhares de animais vítimas da tragédia. Pouco mais de cinco anos se passaram desde então, e a norte-americana resolveu contar tudo que passou durante o tempo que esteve no local em um livro.
O livro traz ainda histórias comoventes como a de um pequeno Chihuahua que foi encontrado paralisado, dentro de uma banheira, chorando por ajuda, ou ainda a de um cão chamado Allen, que se negou a sair da esquina onde foi abandonado por seu dono, nem mesmo por comida.Em Orphans of Katrina a autora conta o drama dos animais que sofreram com o desastre natural e como os voluntários trabalharam para resgatar os pets. “Não havia eletricidade, então, tínhamos que trabalhar apenas até o sol se por”, contou à revista People Pets. “Precisávamos alimentar os animais, prestar-lhes socorro, cuidar de eventuais ferimentos e retirá-los das áreas de risco”.
Para Karen, a intenção de sua obra foi mostrar o amor incondicional e sincero de muitos cães que foram abandonados. Ela quis contar ainda sobre os esforços pouco divulgados dos volunários na tragédia que ela tem como “o maior resgate de animais da história”
Para os interessados o livro pode ser encontrado em inglês na Amazon por a partir de 11,99 dólares. Ainda não há previsão para o lançamento da obra em português.

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